Olá meu povo, como estamos? Quem acompanhou os últimos posts do MH viu o quanto A Governanta mexeu comigo. E a trama foi tão intensa, que fiz diversas marcações ao longo da leitura. Se você ainda não deu uma oportunidade à obra, quem sabe com esses trechos eu te convença a ler?

A verdade é que, àquela altura, eu não sabia se estava viva ou morta.
E, no fim da noite, nosso mantra GALS de grande amor, amigas verdadeiras, sem segredos, de alguma forma,
se transformou em um nó doentio de ódio, traição e mentiras.
Estremeço, consciente de que esse é o papel que devo desempenhar agora: a governanta obediente, a
faxineira leal, a auxiliar sempre prestativa.
No entanto, quanto mais tempo passava ao telefone com Annie, mais uma rachadura começava a se formar
dentro de mim.
Olhando para trás, tudo parece tão volátil… foram apenas algumas semanas de nossas vidas, mas custou a
vida inteira de uma de nós.

— Vamos para casa — digo aos meus filhos, tentando soar o mais normal possível, mas sem ter a mínima
ideia de onde é meu lar agora.
Sabia que, no fim das contas, não existia grande amor, não existiam amigas verdadeiras, embora sempre
houvesse muitos segredos.
E aí, qual desses trechos mais te chamou atenção?