8 de maio de 2016

I Dare You de Abril: O Rei Negro

   Olá pessoal! Como estamos todos? Eu sei que tô um tanto
(sejamos sinceros, bastante) sumida aqui do blog, mas antes tarde do que nunca
estou aqui para deixar minha resenha da participação no IDY 2016, pelo tema de
abril. O tema do mês passado foi ‘Um livro que comprei pela capa’ e o livro que
escolhi foi: ‘O rei negro’, de Mark Menozzi. Vem ver o que achei dele! =)






Livro: O Rei Negro

Autor: Mark Menozzi

Ano: 2013

Editora: Gutenberg

“Quero que o mundo conheça Manatasi, o Príncipe das Catorze
Tribos, e todos os povos do Warantu. E uma vez que nos conheçam, quero que nos
respeitem. E se para isso tiver de falar com esse deus Dayros e obrigá-lo a
escrever meu nome na Roda da Fortuna, esteja certo de que eu o farei!”



   Valdar é um mundo vasto e antigo, um universo habitado por
povos profundamente diferentes entre si, que, ao longo dos séculos, foi sendo
delineado pela beleza de suas civilizações e pela terrível e ancestral
violência de suas guerras. Nessa impetuosa mistura de destinos de Valdar, a
vida de Manatasi, um jovem príncipe Warantu, parece transcorrer ao largo dos
grandes eventos que forjam a história do lugar. Porém tudo está a ponto de
mudar.
   Kemyss, também conhecida como Cidade da Esperança, foi
recentemente construída e atrai para dentro de seus muros povos e caravanas
vindos de toda Valdar. O Príncipe também deseja chegar aos majestosos muros da
cidade e, assim, dará início a uma grande viagem de descoberta. Manatasi deixa
para trás suas florestas junto a Sirasa, um jovem e fiel xamã de espírito irriquieto,
que juntos estão em busca de seu destino.
   Ao chegarem na cidade, tem de defender Kade e sua filhinha
Kestell do que parecia apenas uma agressão de bandidos, porém se mostra um
plano muito maior, que envolve espíritos malignos e com poder de acabar com o
mundo inteiro e que, para ser realizado, depende da fonte de poder mais rara e
pura do mundo: o Ajaran Arco-Íris, com o qual Kestell nasceu e despertou o
interesse de muita gente. Com o desejo de ter seu nome escrito na Roda da
Fortuna e disposto a fazer de tudo para que isso seja possível, Manatasi e
Sirasa se unem a Gulneras, um feiticeiro atormentado que, para redimir os
crimes de seu povo, carrega em seu pulso o Bracelete da Culpa. Juntos eles
partem com a missão de derrotar os inimigos e resgatar Kestell, conforme
prometeu a Kade.
   E assim começa sua aventura, em meio a elfos, feiticeiros e os
gélidos Sacerdotes que leem a Roda da Fortuna. Manatasi descobre então quem são
seus verdadeiros amigos, passa por cima de muitas ideias antigas e lutará
contra Sanguescuro, o mercenário inescrupuloso que pretende despertar o Rei
Negro, um Deus Adormecido cujo sono intranquilo faz estremecer as montanhas e,
para isso, não mede esforços e recorre a tudo que é possível fazer, até mesmo
sacrifício de uma criança.
   Guiado por uma intensa sede de conhecimento e por seu
espírito ingênuo e explosivo, Manatasi terá de decidir que preço está disposto
a pagar para ser reconhecido com um dos herois capazes de mudar o rumo da
Fortuna.
   Esse livro me chamou a atenção logo de cara, pois o
encontrei numa feirinha de livros num dos shoppings mais caros do Rio de
Janeiro por um preço beeeeeeeeeem raro de se encontrar. Me chamou a atenção
também a capa dele, pois de cara eu vi que tinha algo a ver com RPG (que não
tenho talento algum para jogar, mas gosto de ler), mas tinha algo que de fato é
raro de ser ver por aí: um protagonista negro. Quando vi o nome do livro (Rei
Negro), imaginei que falasse de algo envolvendo racismo ou algo parecido, então
literalmente paguei pra ver se era isso mesmo do que se tratava a história. Bom,
não tem a ver com racismo, mas sim, uma aventura ao estilo que mais curto, o de
fantasia, que une elfos, magia antiga, sacrifícios e deuses antigos que sempre
nos despertam a imaginação.
   Sempre dizem “nunca julgue um livro pela capa” e é verdade. Pois
imaginei que o livro queria dizer uma coisa e ele me surprrendeu com outra
cmpletamente diferente. Nunca tinha ouvido falar de Mark Menozzi até encontrar
esse livro, que todos na feirinha passavam, olhavam para ele, chegavam a pegar,
mas deixavam de volta, achando que era ruim.
   Eu gostei bastante da leitura, pois tem uma linguagem bem
simples, objetiva e o autor pasou tudo o que ele queria passar, sem meias palavras.
E mostra o valor da amizade e da lealdade, mesmo diante dos piores momentos elas
podem e devem ser mantidas. Curti bastante ter conhecido Manatasi e seu jeito
durão de ser, mas que na verdade escondia um cara com coração puro e sincero,
Sirasa, que apesar de ser um xamã tão novo e por isso as pessoas não lhe davam
muito crédito, mas se mostrou um fiel escudeiro e ajudou nos momentos difíceis,
assim como Gulneras e Kenna, os irmãos elfos cinzentos que demonstraram serem
capazes de se redimir, independente de ter ou não a marca da culpa no pulso.
   Eu curti bastante e super recomendo a leitura desse livro. E
essa foi minha participação no IDY de abril, atrasado, é verdade, mas antes
tarde do que nunca. =)


Fico por aqui a té mais pessoal! =) 
















Postado por:

Hanna de Paiva

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