27 de outubro de 2022

Inspirações Literárias | 5 Livros para Ficar com Medo do Escuro

 Olá meu povo, como estamos? Estamos chegando na data mais sombria e assustadora do ano (dependendo para quem você pergunta). Para entrar no clima do Halloween, há quem procure obras temáticas. 
Embora seja bem medrosa em relação a filmes e séries, com livros eu me arrisco mais. Inclusive, foi pelo terror que me tornei leitora assídua, apesar de não ser mais um gênero frequente em minhas escolhas agora.
Inspirações Literárias | 5 Livros para Ficar com Medo do Escuro
Foto: Creative Commons/Pixabay

 

Porém, ainda existem alguns livros que prometem ser tão assustadores, que eu quero ficar o mais longe possível deles. Hoje apresento os livros que mais me dão medo, só de olhar a capa.

1. It, A Coisa

It, A Coisa | Stephen King
Foto: Divulgação

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas estranhas. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. É assim que Bill, Beverly, Eddie, Ben, Richie, Mike e Stan enfrentam a Coisa pela primeira vez.

Quase trinta anos depois, o grupo volta a se encontrar. Mike, o único que permaneceu em Derry, dá o sinal ― uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. É preciso unir forças novamente. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. Só eles podem vencer a Coisa.

Stephen King é um autor que eu nunca me aventurei a ler, especialmente por sempre colocar um toque bem sombrio na maioria de suas obras. Mas em ‘It, A Coisa’, além de ter o toque de terror, tem tem um palhaço, que eu tenho pavor. Isso sem contar que é um verdadeiro calhamaço, o que não ajuda em nada para me dar coragem de encarar.

2. Vozes do Joelma

Vozes do Joelma
Foto: Divulgação
Marcos DeBrito, Rodrigo de Oliveira, Marcus Barcelos e Victor Bonini são autores reconhecidos pela crueldade de seus personagens e grandes reviravoltas nas narrativas. As mentes doentias por trás dos livros A Casa dos Pesadelos, O Escravo de Capela, Dança da Escuridão, Horror na Colina de Darrington, Quando ela desaparecer, O Casamento, Colega de Quarto, e da série As Crônicas dos Mortos, se uniram para criar versões perturbadoras sobre as tragédias que ocorreram em um terreno amaldiçoado, e convidaram o igualmente perverso Tiago Toy para se juntar na tarefa de despir os homicídios, acidentes e assombrações que permeiam um dos principais desastres brasileiros: o incêndio do edifício Joelma. O trágico acontecimento deixou quase 200 mortos e mais de 300 feridos, além de ganhar as manchetes da época e selar o local com uma aura de maldição. Esse fato até hoje ecoa em boatos fantasmagóricos que envolvem a presença de espíritos inquietos nos corredores do prédio e lendas sobre lamúrias vindas dos túmulos onde corpos carbonizados foram enterrados sem identificação. Algo que nem todos sabem, é que muito antes do Joelma arder em chamas no centro de São Paulo, o terreno já havia sido palco de um crime hediondo, no qual um homem matou a mãe e as irmãs e as enterrou no próprio jardim. Devido às recorrentes tragédias que marcaram o local, há quem diga que ele é assombrado por ter servido como pelourinho, onde escravos eram torturados e executados. E sua maldição já fora identificada pelos índios, que deram-lhe o nome de Anhangabaú: águas do mal. Se as histórias são verdadeiras não se sabe… A única certeza é que a região onde ocorreu o incêndio tornou-se uma mina inesgotável de mistérios. E, neste livro, alguns deles estão expostos à loucura de autores que buscaram uma explicação.
Sou curiosa com esse livro desde a edição da Bienal de 2019. E fiquei bem feliz quando achei disponível para troca no Skoob. Mas pense em arrependimento quando resolvi ler a sinopse com mais atenção. Ainda está na estante, mas estou pensando seriamente se passo adiante ou se encaro a leitura.

3. Mindhunter

Mindhunter
Foto: Divulgação

 

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.

Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.

Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.

Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. 
Sabem o que é mais irônico? Eu assisti as primeiras temporadas da série e até gostei. Porém não sei se tenho estômago para encarar a versão original da história em livro.

4. Jantar Secreto

Jantar secreto | Raphael Montes
Foto: Divulgação

 

Um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro. Eles alugam um apartamento em Copacabana e fazem o possível para pagar a faculdade e manter vivos seus sonhos de sucesso na capital fluminense. Mas o dinheiro está curto e o aluguel está vencido. Para sair do buraco e manter o apartamento, os amigos adotam uma estratégia heterodoxa: arrecadar fundos por meio de jantares secretos, divulgados pela internet para uma clientela exclusiva da elite carioca. A partir daí, eles se envolvem em uma espiral de crimes, descobrem uma rede de contrabando de corpos, matadouros clandestinos e grã-finos excêntricos, e levam ao limite uma índole perversa que jamais imaginaram existir em cada um deles.
Nunca li os livros do autor, por saber dos requintes de crueldade com que ele escreve as cenas. Aliás, é por essa marca que ele é mais famoso. Porém, não é para mim.

5. Bom dia, Verônica

Bom dia, Verônica
Foto: Divulgação

 

A rotina da secretária de polícia Verônica Torres era pacata, burocrática e repleta de sonhos interrompidos até aquela manhã. Um abismo se abre diante de seus pés de uma hora para outra quando, na mesma semana, ela presencia um suicídio inesperado e recebe a ligação anônima de uma mulher clamando por sua vida. Verônica sente um verdadeiro calafrio, mas abraça a oportunidade de mostrar suas habilidades investigativas e decide mergulhar sozinha nos dois casos. Um turbilhão de acontecimentos inesperados é desencadeado e a levam a um encontro com lado mais sombrio do coração humano.

Esse também é bem irônico, pois vi a primeira temporada da série inteira. Porém, não sem tampar os olhos em diversos momentos. Se vendo as cenas (que normalmente são mais lapidadas para se tornarem palatáveis ao público) eu já fiquei assustada, que dirá lendo em todos os detalhes.
E aí, já leram algum desses livros? Tem algum que te assusta só pela capa/sinopse? Me contem aí!

 

Postado por:

Hanna de Paiva

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