17 de December de 2020

Inspirações Literárias | Minha whishlist de Natal

    Olá meu povo, como estamos? O Natal está bem pertinho (como passou voando esse segundo semestre) e, como sempre, eu fico fazendo mil planos de livros que gostaria de ganhar de presente. 
    Então resolvi compartilhar aqui, vai que dá certo e o Papai Noel vê o post e me traz no dia de Natal? 😂😂
Presentes de Natal
Foto: Creative Commons/Pixabay

1. Nunca saia sozinho (Charlie Donlea)

Nunca saia sozinho
Foto: Divulgação

SE ACEITAR O CONVITE, NÃO IGNORE O AVISO.
Dentro dos muros de uma escola de elite as expectativas são altas, e as regras, rígidas. Na floresta, além do campus bem cuidado, há uma pensão abandonada que é utilizada pelos alunos como ponto de encontro noturno. Para quem entra, existe apenas uma regra: não deixe sua vela apagar ― a menos que você queira encontrar o Homem do Espelho… Há um ano, dois estudantes foram mortos em um massacre terrível. Desde então, o caso se tornou o foco do podcast “A casa dos suicídios”. Embora um professor tenha sido condenado pelos assassinatos, muitos mistérios e perguntas permanecem. O mais urgente é: por que tantos alunos que sobreviveram àquela noite macabra voltaram ao lugar para se matar? Rory Moore, especialista em casos arquivados, e seu parceiro, Lane Philips, começam a investigar a noite dos assassinatos, em busca de pistas que possam ter escapado da escola e da polícia. Porém, quanto mais descobrem sobre os alunos e aquele jogo perigoso que deu errado, eles se convencem de que algo fora do normal ainda está acontecendo. O jogo não acabou. Ele prospera… em segredo, em silêncio. E, para seus jogadores, pode não haver uma maneira de vencer ou de sobreviver.

   Depois que dei a segunda chance aos livros do autor, estou louca atrás dos livros dele e esse é o único que ainda não consegui comprar. 
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2. Eu sou o mensageiro (Markus Zusak)

Eu sou o mensageiro
Foto: Divulgação

Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo.
Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século.
A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade. A certa altura pergunta-se: “Eu sou real?” Markus Zusak cria um personagem comovente capaz de confrontar o mistério e, por meio da solidariedade, empreender um épico que o levará ao centro de sua própria existência.

   Esse livro eu já li na verdade, mas foi em versão digital. Mas é um daqueles livros que você gostaria de ter quantas edições forem possíveis dele, sabe? Acho que é uma das minhas histórias favoritas do autor. 
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Whishlist de Natal | 2020

3. O homem invisível (H. G. Wells)

O homem invisível
Foto: Divulgação

Um misterioso forasteiro chega à pacata cidade de Iping. Ninguém sabe seu nome, nem de onde vem ou a razão de estar sempre coberto da cabeça aos pés – com chamativos óculos escuros e bandagens envolvendo toda a cabeça sob um chapéu de abas caídas. Além disso, ele trouxe um verdadeiro laboratório portátil. O suspense cresce quando crimes começam a acontecer e quando se descobre que o homem é invisível!
Um dos maiores clássicos da ficção científica, sucesso desde a publicação em 1897, O Homem Invisível é uma engenhosa e divertida combinação de humor e imaginação fantástica, e também uma bela reflexão sobre solidão, incompreensão e os laços entre o indivíduo e a humanidade.

Essa edição bolso de luxo da coleção Clássicos Zahar, traz o texto integral e uma instigante apresentação. A versão impressa apresenta ainda capa dura e acabamento de luxo. 
   Eu sempre tive um pé atrás com clássicos da literatura. Mas esse é um que eu gostaria de ler um dia. Ainda mais com essa edição linda da Zahar. 💓
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4. Teto para dois (Beth O’Leary)

Teto para dois
Foto: Divulgação

Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela.
Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.
Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama.
Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?
   Esse livro eu conheci há pouco tempo, mas de tanto ler resenhas positivas, fiquei bem curiosa e as expectativas estão altas.  
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5. Piano vermelho (Josh Malerman)

Piano vermelho
Foto: Divulgação

Ex-ícones da cena musical de Detroit, os Danes estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação — ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder de destruição.
Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração.
Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir.
Com uma narrativa tensa e surpreendente, Josh Malerman combina em Piano Vermelho o comum e o inusitado numa escalada de acontecimentos que se desdobra nas mais improváveis direções sem jamais deixar de proporcionar aquilo pelo qual o leitor mais espera: o medo.

  Esse já está na minha lista tem um tempo. Ainda não sei o que pensar dele, mas tenho a sensação de que irei gostar. 
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6. A mulher na janela (A. J. Finnn)

A mulher na janela
Foto: Divulgação

Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e… espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. “A Mulher Na Janela” é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.

   Esse é outro livro que está na minha lista há bastante tempo… (rsrsrs)
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7. A mulher ente nós (Greer Hendricks & Sarah Pekkanen)

A mulher entre nós
Foto: Divulgação

Um livro de suspense que explora as complexidades do casamento e as verdades perigosas que ignoramos em nome do amor.
Aos 37 anos, a recém divorciada Vanessa está no fundo do poço. Deprimida, morando no apartamento de sua tia, ela não tem filhos, dinheiro ou amigos verdadeiros. Ao descobrir que Richard, seu rico e carismático ex-marido, está prestes a se casar de novo, algo dentro de Vanessa se quebra. A partir de agora, sua vida irá revolver em torno de uma única obsessão: impedir esse matrimônio. Custe o que custar.
Na superfície, Nellie se parece com qualquer outra jovem bela e sonhadora que veio para Manhattan começar sua tão sonhada vida adulta. Mas a personalidade tranquila que ostenta é apenas uma fachada. Em sua mente, perdura um segredo que a fez fugir de sua cidade natal e que a impede de caminhar em paz quando está sozinha.
Ao conhecer Richard – bem sucedido, protetor, o homem dos sonhos – ela finalmente começa a sentir-se segura. Ele promete protegê-la de todos os males, para o resto de sua vida. Mas, de repente, ela começa a receber ligações misteriosas. Fotografias em seu quarto são movidas de lugar. O lenço que ela planejava usar em seu casamento desaparece. Alguém está perseguindo-a, alguém quer o seu mal. Mas quem?

 
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8. Pedra no céu (Isaac Asimov)

Pedra no céu
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Qualquer planeta é a Terra para aqueles que nele vivem. O alfaiate aposentado Joseph Schwartz desfrutava de uma pacífica caminhada de verão quando, devido a um acidente em um laboratório na mesma cidade, foi involuntariamente transportado milhares de anos para o futuro. Chega então a uma Terra marginal e abandonada, cuja superfície é quase toda inabitável, e que fica às margens de um grandioso Império. Publicado pela primeira vez em 1950, “Pedra no Céu” foi o romance de estreia de Isaac Asimov e é um marco do que se tornaria o Império de sua mais famosa obra, Fundação. Complemento fundamental às outras histórias do autor, este romance também serve como porta de entrada para apresentar o leitor ao universo de Asimov.

   Sou apaixonada pelos livros de Asimov, mas nunca tive um livro físico aqui em casa dele. Essa seria uma ótima oportunidade… (rsrsrs
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   E vocês, também gostariam de ganhar livros de Natal? Quais são os seus desejados? Me contem aí! 
Postado por:

Hanna de Paiva

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