23 de novembro de 2019

Li até a página 100 e… #3: Frankenstein ou o Prometeu Moderno

Olá meu povo, como estamos? Hoje temos a terceira edição da TAG “Li até a página 100 e…”. Dessa vez, trouxe minhas primeiras impressões sobre o clássico Frankenstein, ou O Prometeu moderno, de Mary Shelley. Estou lendo esse livro em parceria com a Babi Bueno, do blog Meu mundinho quase perfeito.

Li até a página 100





Frankenstein




Primeira frase da página 100:


R. “Se chegou perto do local onde jazia o corpo, fê-lo sem saber.”


Do que se trata o livro?

R. Esse é um clássico da literatura de terror, que nos conta sobre um dos monstros (ou vítima) mais famosos de todos os tempos. Aqui temos Frankenstein, e nos deparamos o tempo todo com questões sobre quem é realmente o monstro e o inocente.

O que está achando até agora?

R. Confesso que sempre quis ler esse livro, já que curto o “medo clássico”. Mas sinceramente, não esperava que fosse tão clássico assim. Tem um palavreado muito filosófico e estou incomodada com tantos rodeios, antes de vir logo para ação.

O que está achando do protagonista?

R. Se considerar o Dr. Victor Frankenstein, por enquanto ele é um curioso e metido a sabichão. Num ponto dou razão a ele, já que não se contenta com a resposta das pessoas que dizem serem mais entendidas que ele. O que dizem que é errado, balela e que deve ficar para trás no que respeito a conhecimento, ele realmente vai ler e estudar, para saber até que ponto seus professores tem razão. Gostei dele até certo ponto, por essa mente questionadora… Mas como ainda estamos no desenvolvimento da história, veremos se continuarei gostando dele.


Melhor quote até agora:

“É difícil conceber a variedade dos sentimentos que me impulsionaram, como um furacão, no primeiro entusiasmo de sucesso. Vida e morte pareciam para mim fronteiras ideais que deveria, primeiramente, transpor, despejando uma torrente de luz em nosso mundo sombrio. Uma nova espécie abençoar-me-ia como criador e origem; muitas personalidades felizes e excelentes deveriam a mim a própria existência. Nenhum pai poderia reivindicar a gratidão de seu filho de maneira tão completa quanto eu revindicaria a deles.”


Vai continuar lendo?

R. Vou sim. Primeiro por ser um “desafio” proposto pela Babi (se bem que dessa vez a escolha do título foi minha, rsrs). Mas também porque sempre quis realmente ler a história que só conhecia por filmes e pedaços da história que ouvia aqui e ali.

Última frase da página 100:

R.  “De minha parte, não hesito em dizer que, apesar de todas as provas produzidas contra ela, creio e confio em sua inocência perfeita.”

 

Já leram esse clássico da literatura? Até mais!

 

Postado por:

Hanna de Paiva

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