Olá meu povo, como estamos? Freida McFadden ganhou um espaço considerável entre minhas leituras ultimamente. Os livros dela não são perfeitos, reconheço. Porém acho que a escrita viciante da autora tem me feito devorar suas obras e tem me impedido de ter ressaca literária. Uma das atuais é ‘A Inquilina‘, que chegou ao Brasil pela Record. E hoje trago as primeiras impressões para compartilhar com vocês.

Primeira frase da página 100
R. “-Deixa que eu falo com a Whitney sobre a comida.[…] Você só vai piorar a situação.”
Do que se trata o livro?
R. O livro traz a história de Blake e Krista, que estão passando por problemas financeiros. O casal decide alugar um dos quartos extras para tentar pagar o financiamento da casa. O plano até dá certo, pois conhecem uma candidata perfeita para ser a inquilina. Porém assim que Whitney (a inquilina) entra no quarto, coisas muito estranhas começam a acontecer com Blake. E fica a eterna dúvida se é coincidência, ou se Blake realmente corre perigo naquela casa.
O que está achando até agora?
R. A receitinha da autora de capítulos curtos e escrita fluida fazem a leitura ir mais rápido e não cansa. Mas acho que a interação com personagens secundários tem me dado nos nervos, especialmente a Krista. Ela parece que entrou na fila para a lerdeza e esqueceu de sair.
O que está achando do protagonista?
R. Blake é o primeiro protagonista masculino que li da autora. E acho que ela caprichou bastante na personalidade dele, para criar ranço no leitor. Toda vez que ele aparece e “abre a boca”, é uma revirada de olhos. Mas o pior é que ele também é o narrador, então é difícil controlar isso.
Melhor quote até agora
“Mas tenho certeza de que ela não vai encarar a situação dessa forma. Por melhor que tenha sido sentir o gostinho da vingança, tenho a sensação de que cometi um erro fatal.”
Vai continuar lendo?
R. Sim! Apesar dos pesares, quero muito saber o que a Whitney pretende fazer na casa do Blake!
Última frase da página 100
R. “Ela arruma o cabelo atrás da orelha e dá um sorrisinho. Ela ouviu tudo.”
E aí, já leu esse ou algum outro da autora? Me conta nos comentários!