11 de julho de 2019

Os últimos filmes que vi #15

   Olá meu povo, como estamos? Hoje temos o quadro Amantes do cinema no ar, com Os últimos filmes que vi #15. Dessa vez, optei por ver mais filmes que tinham no catálogo Netflix, mas que me surpreenderam bastante, viu? Seja por serem ruins demais, por me perguntar por que demorei tanto tempo para assistir o bendito… (rsrsrs)
   Vamos à nossa listinha! 😉

Os últimos filmes que vi

1. Pachamama


Ano: 2019


Duração: 1h12min


Gênero: Animação

Pachamama
Foto: Divulgação

Quando uma estatueta sagrada é misteriosamente roubada de uma pequena vila na Cordilheira dos Andes, um menino corajoso, que sonha em se tornar xamã, parte em uma aventura com a intenção de trazer o artefato de volta.





   O que dizer dessa animação gente? Que amorzinho! É um dos lançamentos Netflix e fala sobre a religião dos povos americanos, antes da chegada dos colonizadores espanhóis e a fé que eles tinham em seus deuses, principalmente em Pachamama, ou a mãe terra. Aqui temos lições sobre amizade, fé, coragem… fora que podemos aprender um pouco sobre a história dos povos andinos. É aquele filminho que você quer ver com a criançada, como desculpa para ver junto… ou no meu caso, vê sem criança mesmo, afinal sou eu que pago esse catálogo e vejo animação mesmo… (rsrsrs)







2. Mistério no Mediterrâneo


Ano: 2019


Duração: 1h38min


Gênero: Comédia

Mistério no Mediterrâneo
Foto: Divulgação

Nick Spitz (Adam Sandler) é um policial que há tempos tenta se tornar detetive, mas nunca consegue passar na prova para o cargo. Envergonhado, ele diz para sua esposa (Jennifer Aniston) que trabalha na função, pedindo ao melhor amigo que o ajude nesta mentira. Um dia, ao chegar em casa, Nick é cobrado por Audrey sobre a sonhada viagem à Europa, prometida quando eles se casaram, 15 anos atrás. Pressionado, ele diz que já havia arrumado tudo e, assim, os dois partem em viagem. Ainda no avião, Audrey conhece o milionário Charles Cavendish (Luke Evans), que os convida para um tour a Mônaco a bordo do navio de seu tio (Terence Stamp). O casal aceita a oferta, sem imaginar que estaria envolvido com a investigação em torno de um assassinato em pleno alto-mar.



    Esse foi mais um achado dentre os lançamentos Netflix. Porém não foi tudo aquilo que eu esperava… pelo contrário… nunca tinha visto um filme tão ruim em toda minha vida. Engraçado que outro dia meu namorado comentava que não tinha como um filme de Adam Sandler ficar ruim… e esse ficou… Ele é de comédia, isso já é anunciado logo de cara, e o ator principal também já entrega. O problema é que esse filme é tipo uma paródia de Mistério no Expresso Oriente, inclusive no final eles dão uma chamada para o título que já virou filme também. Por mais que tivesse em busca do “culpado”, a questão é que o filme perde o sentido no decorrer da história e tem bastante cena engraçada, isso é fato, mas a gente já nem sabe mais do porquê está rindo e nem qual é o fio da meada. Mesmo sendo um filme de comédia, esperava mais dele.









3. MIB Internacional


Ano: 2019


Duração: 1h55min


Gênero: Ficção científica, Ação

MIB Internacional
Foto: Divulgação

Quando criança, Molly (Tessa Thompson) presenciou a abordagem de dois agentes do MIB aos seus pais, apagando a memória deles acerca da súbita aparição de um ser extraterrestre. Como estava escondida, a garota não foi atingida pela ação. Obcecada pelos mistérios do universo, ela cresceu com o sonho de ingressar no MIB. Após muita pesquisa, ela consegue descobrir a sede da agência e lá se candidata a uma vaga, sendo aceita por O (Emma Thompson). Ainda em experiência, e agora renomeada como agente M, ela é enviada a Londres para investigar algo estranho que tem ocorrido na agência local. É quando conhece o agente H (Chris Hemsworth), de grande renome pelos seus feitos no passado mas uma certa arrogância e displicência na execução do trabalho.



   Dessa edição, esse foi o único filme que vi no cinema. E que filme! Com o lindão do Thor fazendo um dos agentes da MIB, ainda por cima. Quase caí para trás quando vi que o escolhido da vez para aparecer como ET disfarçado nas telonas da MIB era nosso “brazuca” Serginho Malandro!  Bem que eu desconfiei que ele não era da Terra… 😂😂 Quem viu os outros filmes da franquia já sabe que tem muita meleca e conspiração intergaláctica no meio dessa agência. Aqui não poderia ser diferente, só que agora estamos em uma conspiração interacional para invasão alienígena. É um filme super legal, com mistérios, comédia e muita ação. Recomendo!





4. I am mother


Ano: 2019


Duração: 1h54min


Gênero: Ficção científica, suspense

I am mother
Foto: Divulgação

Criada por um gentil robô a quem chama de “Mãe”, uma adolescente (identificada apenas como “Filha”) é designada para repopular a Terra depois de desastres que levaram boa parte da população mundial a ser dizimada. Mas quando uma mulher desconhecida chega à impenetrável unidade de repovoamento dando notícias alarmantes, o laço afetivo criado entre humano e robô fica ameaçado, desencadeando em Filha uma série de questionamentos acerca de sua própria espécie.



  Mais um dos lançamentos Netflix. Alguns amigos meus estavam falando sobre esse filme, e resolvi matar a curiosidade. É um filme bem parado durante boa parte, mas tudo tem sua explicação, e nem por isso o filme fica chato, pelo contrário. Você fica na dúvida eternamente se o robô que a menina chama de ‘Mãe’ é ruim e está disfarçando devido a uma programação, ou se ela é boa e quis realmente “ter uma filha”, ainda mais depois dos acontecimentos. A princípio entendemos que a raça humana está extinta no planeta e tudo que se tem são fetos guardados numa espécie de freezer. Até em determinado momento o robô coloca um dos fetos para se desenvolver e criar como sua filha. A menina tem no robô seu único modelo materno e acha que isso é o que tem pra hoje, já que o planeta é hostil. Mas ela acaba descobrindo certas coisas que a fazem questionar os cuidados excessivos da Mãe e dela mesma, se aquilo tudo realmente faz sentido. E um filme que vai te fazer questionar um monte de coisa… recomendo.









5. A princesa e o sapo


Ano: 2009


Duração: 1h37min


Gênero: Animação

A princesa e o sapo
Foto: Divulgação

Tiana (Anika Noni Rose) é uma bela jovem que vive em Nova Orleans. Desde criança ela sonha em ter um restaurante próprio, o que faz com que tenha dois empregos e junte o máximo de dinheiro possível. Para conseguir a quantia necessária para que possa enfim alugar o imóvel de seus sonhos, ela aceita trabalhar na festa realizada por Charlotte LaBouff (Jennifer Cody), sua amiga de infância. Charlotte deseja conquistar o príncipe Naveen (Bruno Campos), que acaba de chegar à cidade. Entretanto, um incidente faz com que Tiana troque de roupa e, no quarto de Charlotte, use um de seus vestidos. É quando surge um sapo, anunciando ser um príncipe e pedindo a Tiana que lhe conceda um beijo, para que o feitiço nele aplicado seja quebrado. De início Tiana acha a ideia repugnante, mas aceita ao receber a promessa do príncipe de que conseguirá para ela a quantia necessária para concretizar o aluguel. Só que, ao beijá-lo, ao invés dele se tornar humano novamente, é Tiana quem se transforma em sapo.





   Esse foi um dos clássicos Disney que eu nunca tinha visto, e me pergunto por quê não fiz isso antes. Sério! Esse filme é incrível! Incrível! Incrível! Aqui, pela primeira vez, não temos uma princesa que vive em palácios, que está esperando seu príncipe encantado chegar ou vive sonhando e cantando com passarinhos. Tiana é uma princesa do início do século XX, mas com uma vida bem parecida com a nossa. Ela é de família pobre, aprendeu com o pai a sempre lutar pelos seus sonhos e trabalha bastante para isso. Ela é independente, não pensa em príncipes encantados e nem acredita em feitiços… até encontrar o sapo encantado das histórias que lhe davam pesadelos quando criança… (rsrsrs) Aqui começam os feitiços, músicas e danças típicos dos clássicos Disney, mas nossa princesa não tira os pés do chão, não é boba e nem espera que a defendam. Ela luta por si mesma e isso me fez amar a Tiana. Em especial, essa é uma princesa diferente, pois acho que é a primeira que a empresa divulgou de representatividade negra. E isso já rendeu alguns pontos a mais na animação. Se você, assim como eu, ainda não viu esse filme, recomendo que procure no Netflix, pois foi lá que encontrei. 😉












6. Shaft


Ano: 2019


Duração: 1h51min


Gênero: Ação, Comédia

Shaft
Foto: Divulgação

Após a morte suspeita de um amigo, John Shaft Jr. (Jessie T. Usher) resolve pedir ajuda a seu pai, Shaft (Samuel L. Jackson), para resolver o caso. Ele aceita deixar a aposentadoria para iniciar a investigação, apesar dos problemas existentes com o próprio filho.

  Esse foi indicação do Diogo (meu namorado). Confesso que nunca tinha visto os outros filmes de Shaft, nem a série. Mas conheço algumas referências de outras séries que as citam. E gente, esse é um filme que eu não tive como colocar defeito. É “tiro, porrada e bomba” para todo lado, com toques de comédia e muito suspense. Todos os personagens tem carisma e aqui temos três gerações de Shaft resolvendo seus problemas. Fora a trilha sonora que não te deixa parado também.

  E esses foram os filmes que vi nesses dias. Quais desses vocês já viram? Ou querem ver? Me contem aí! 😉

Postado por:

Hanna de Paiva

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