9 de maio de 2024

Quotes #17: A Gaiola de Ouro

Olá meu povo, como estamos? Nos últimos dias, estou acertando com livros que me marcam bastante, o suficiente para me fazer sair destacando diversos trechos. Por conta disso, cá estou eu com mais uma edição de quotes.

Foto: Hanna de Paiva | Mundinho da Hanna

‘A Gaiola de Ouro’ foi um thriller europeu que me tirou da zona de conforto e mexeu bastante comigo. Mas enquanto a resenha não sai, deixo vocês com algumas das passagens que mais me marcaram ao longo da leitura.

A sensação era maravilhosa. Eu estava livre, agora. Livre para fazer o que quisesse. Podia ser quem eu quisesse ser. O passado não sujava mais tudo à minha volta, tudo dentro de mim. Não havia mais ninguém me puxando para baixo. Eu ia, pouco a pouco, me tornando outra pessoa.

Pouco a pouco, fui fazendo de Estocolmo a minha cidade. Isso me dava esperança de curar as feridas e esquecer o passado.

Faye olhou para o próprio rosto no espelho. Não sabia mais quem era aquela mulher que a olhava de volta.

O maior problema das pessoas, percebi, é que elas projetam suas dores nos outros, querem dividi-las. Acham que somente por termos um DNA parecido vamos nos sentir tristes diante das mesmas situações. A tristeza não fica mais leve apenas porque a dividimos com alguém. Pelo contrário, fica até mais pesada. E Viktor não fazia ideia do que era tristeza de verdade.

Mas, naquele momento, a minha vida era um conto de fadas. E isso era mais que suficiente para alguém como eu.

Era realmente apaixonada por alguma coisa? Faye não suportava mais viver de aparências. As duas estavam presas em gaiolas de ouro, como dois pavões.

A felicidade borbulhava em minhas veias. Eu estava dando a ele um presente, e ele o aceitava porque me amava.

Eu sentia dor, mas era exatamente isso que queria. A dor era minha conhecida. Era como um bálsamo para
minhas feridas. Fazia com que me sentisse segura. O mundo estava queimando e a dor era a minha âncora.

Dizem que o amor cega, mas Faye sabia que nada nos deixa mais cegos que o sonho de ter um amor.

As pessoas estudam para ter sucesso, e nós já havíamos chegado ao topo. O futuro era tão luminoso que eu
precisava de óculos de sol.

O mundo era muito hipócrita. A mídia, o público, o mundo dos negócios, todos eram animais caprichosos. Tudo girava em torno do interesse. A única coisa que ela podia fazer era oferecer as condições.

As pessoas só suportam ficar próximas da dor e da tristeza até certo ponto. Eu tinha cruzado essa fronteira havia muito tempo.

Quando alguém está preso em uma gaiola de ouro, precisa de alguma distração para poder resistir.

O que achou dos trechos que separei? Já tinha lido esse livro, ou algum outro da autora? Me conta nos comentários.

Postado por:

Hanna de Paiva

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