1 de julho de 2023

Quotes #9 | Recursão

Olá meu povo, como estamos? ‘Recursão’ foi uma das minhas últimas leituras de junho e mexeu tanto comigo, que marquei quase o exemplar inteiro (fiz valer a compra e estoque dos meus post-it’s, rsrs). Por isso, resolvi trazer um post especial, só com os trechos que mais me marcaram ao longo das páginas.
Quotes | Recursão
Foto: Hanna de Paiva| Mundinho da Hanna

 

“[…] A verdade é que ele faz isso com frequência. Está sempre olhando para trás, vivendo mais na memória do que no presente, muitas vezes alterando as lembranças para torná-las mais belas. Perfeitas. Para ele, a nostalgia é um analgésico tão potente quanto o álcool.”

“Se cada lembrança contém um universo, o que se poderia chamar de simples?”

“Existe uma explicação lógica para essas lembranças falsas, para o que aconteceu com Joe e Ann Voss Peters, seja lá qual for. Para tudo isso. É só um enigma. E você é  muito bom em decifrar enigmas.”

“Pense na vida como um livro. Cada página é um momento distinto, mas só conseguimos apreender um momento, uma página de cada vez. Nossa percepção limitada impede que tenhamos acesso a todos os outros. Impedia, até agora.”

Quotes | Recursão

 

“Cada dia é uma surpresa sublime, cada momento, uma dádiva.”

“E se pergunta: será o déjà-vu o espectro de linhas do tempo que aconteceram sem nunca acontecer projetando sombras na realidade?”

“Se não podemos confiar na memória, se o passado e o presente podem simplesmente mudar de uma hora para outra, nossas ações de ‘fato’ e de ‘verdade’ deixarão de existir. Como vamos viver assim?”

“- Sabe o que é destrutivo? Viver trancado no nosso minúsculo aquário, nessa piada de existência que os limites dos nossos sentidos primários nos impõem.”

“- Se alguém desistir de cometer uma atrocidade por meio de um grupo desconhecido capaz de manipular a memória e o tempo, teremos missões que você nem vai precisar enfrentar e lembranças falsas que não precisaremos criar. Portanto, sim, sugiro nos tornarmos o bicho-papão.”

“Aos quarenta e nove anos, Helena se pergunta se essa é a verdadeira sensação de estar velha – não apenas o declínio físico, mas também emocional. Um silêncio crescente por parte das pessoas que mais amamos, que nos moldaram e definiram nosso mundo, todas atravessando para o outro lado, para  que quer que venha depois.”

“[…] mas para Helena é um lembrete claro de que sua máquina é misteriosa, perigosa e insondável demais para existir.”

“-Tudo está tão calmo. Nem parece que o mundo está se despedaçando.”
“Quero respirar o mesmo ar que você cada minuto de cada dia da minha vida, não importa quantas linhas do tempo eu viva.”

“[…] Ver o mundo se lembrar de tudo. Mil vezes, Vou passar o resto das minhas muitas vidas tentando descobrir um jeito de sair desse loop inescapável?”

“[…] o que se diz à mulher mais corajosa que já conheceu, com quem viveu meia dúzia de vidas extraordinárias, com quem salvou o mundo, que salvou você de todos os modos concebíveis, mas não faz ideia de sua existência?”

Sim, sei que me empolguei um pouco, mas esse livro mereceu. Em breve trarei resenha de ‘Recursão’ por aqui, fiquem ligados.  Mas por enquanto, me contem, qual desses trechos mais gostaram?

 

Postado por:

Hanna de Paiva

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