21 de março de 2020

Resumo das leituras de verão: 2020

   Olá meu povo, como estamos? E cá estamos para nosso primeiro resumo de leituras do ano! 💓💓💓 Como já virou hábito aqui no Mundinho, toda vez que começa uma estação, fazemos um resumo com tudo que rolou de literatura por aqui durante a estação passada. Então, lá vamos nós ao resumo das leituras de verão! 😉

Resumo das leituras de verão 2020

   Bom, esse ano eu decidi que teria uma TBR pequena, com apenas os livros livros do projeto #12livrospara2020 previamente escolhidos. Assim, estou mais livre para ler os livros que venham a partir de parcerias e que estão na estante esperando para serem lidos.
   E os lidos até o momento foram:

1. Mulher Maravilha: Sementes da guerra

Autora: Leigh Bardugo

Páginas: 381

Tipo: Impresso

Projeto: #12livrospara2020 | #leiamulheres

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Mulher Maravilha - Sementes da Guerra
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna





Antes de se tornar a Mulher-Maravilha, ela era apenas Diana.Filha da deusa Hipólita, Diana deseja apenas se provar entre suas irmãs guerreiras. Mas quando a oportunidade finalmente chega, ela joga fora sua chance de glória ao quebrar uma lei das amazonas e salvar Alia Keralis, uma simples mortal.No entanto, Alia está longe de ser uma garota comum. Ela é uma semente da guerra, descendente da infame Helena de Troia, destinada a trazer uma era de derramamento de sangue e miséria. Agora cabe a Diana salvar todos e dar seu primeiro passo como a maior heroína que o mundo já conheceu.




2. Os crimes do ABC



Autora: Agatha Christie

Páginas: 197

Tipo: Digital

Projeto: #leiamulheres

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Os crimes do ABC
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna



Há um serial killer à solta, matando suas vítimas em ordem alfabética. A única pista que a polícia tem é um macabro cartão de visitas que o assassino deixa em cada cena do crime: um guia ferroviário aberto na cidade onde a morte acontece.A Inglaterra inteira está em pânico com a sucessão de crimes – A: Alice Ascher, em Andover; B: Betty Barnard, em Bexhill; C: Sir Carmichael Clarke, em Churston – e o assassino vai ficando mais confiante a cada morte. Seu único erro é pôr à prova o orgulho de Hercule Poirot, um erro que pode ser mortal.

3. M ou N?



Autora: Agatha Christie

Páginas: 240

Tipo: Digital

Projeto: #leiamulheres

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M ou N?
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna

Um agente inglês é morto na Escócia, durante a Segunda Guerra Mundial. Esse agente estava tentando descobrir nazistas infiltrados no comando inglês. Sua última frase foi exatamente: “M ou N…”O casal Tommy e Tuppence passam a colaborar com o Serviço Secreto Inglês na investigação. Para isso, hospedam-se em uma pensão repleta de velhinhas simpáticas e de homens de negócios, acabando por se envolverem em uma cerrada teia de crimes e espionagem.

4. O amor nas 4 estações



Autor:  Victor Desgaperi

Páginas: 176

Tipo: Impresso

Projeto: #12livrospara2020

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O amor nas 4 estações
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna


O amor nas 4 estações é uma experiência do sentir.

Experimentar a vida em sua essência, valorizar cada momento, cada evento, cada cair de chuva, farfalhar de árvores. Sentir a vida, a alma, o infinito… tudo parece utópico e lúdico demais? Mas é um desafio diário de viver cada momento de verdade e com intensidade, e depois disso, tudo passa a valer a pena!Um livro de crônicas sobre a vida e suas nuances, permeando as quatro estações do ano. Mais do que celebrar o amor, o autor nos desafia a a viver um ano inteiro prestando atenção aos detalhes diários que tornam a nossa vida uma grande aventura, e que muitas vezes, deixamos passar.Victor aceitou esse desafio, e durante um ano viu a vida com os olhos de quem quer achar beleza em tudo, e isso mudou a forma como ele enxergou o mundo. E agora ele faz um convite para você viver a própria vida com intensidade, olhar o amor de outra maneira, de fazer uma releitura do nosso coração.Sua proposta é de fazer uma leitura do nosso próprio coração. Este é um convite para viver, em profundidade, as nossas próprias estações.“Quando a felicidade diz que não há nada que você poderia fazer a não ser ir, o coração já pulou. Os grandes momentos das nossas vidas partem de mergulhos corajosos.”

5. Realidades adaptadas

Autor: Philip K. Dick

Páginas: 304

Tipo: Digital

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Realidades adaptadas
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna

Cinema e literatura sempre andaram de mãos dadas. E quando o assunto é ficção científica, nenhum autor contemporâneo foi mais roteirizado do que Philip K. Dick, nem mesmo mestres do gênero como Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. Pouco conhecido no Brasil por sua obra literária, Dick é um sucesso entre as plateias de cinema, que vai muito além de Blade Runner – O Caçador de Androides, ícone cult dos anos 1980 inspirado em um de seus romances.A fim de lhe prestar o devido reconhecimento a esse extraordinário autor, Realidades adaptadas reúne, em uma edição inédita no mundo, os contos de Philip K. Dick que foram adaptados para a sétima arte, levando ao grande público os textos originais que inspiraram roteiristas e diretores a fazer seus filmes. Um convite à leitura ao entretenimento e a novas descobertas.Os contos que inspiraram grandes sucessos do cinema: O vingador do futuro; Minority Report; O pagamento; Os agentes do destino; O vidente; Impostor e Screamers.




6. 24 horas com meu ídolo


Organizadora: Raffa Fustagno

Páginas: 196

Tipo: Impresso

Projeto: #12livrospara2020 | #leiamulheres

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24 horas com meu ídolo
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna



Você já ouviu alguém dizer que ser fã é perda de tempo? Que seu ídolo muitas vezes nem sabe que você existe? Você está com o livro certo! Aqui perda de tempo é não ser apaixonado por nada, não vibrar com uma música nova, com o lançamento de um filme ou o jogo do atleta que você venera. Nós sabemos a importância de uma foto e de um autógrafo. Venha se deliciar em sete histórias sobre como admirar alguém pode ser uma experiência única. Afinal, todos os nossos protagonistas têm apenas 24 horas para viver esse sonho junto com seus ídolos. Por acaso, você já pensou em como seria conhecer o seu e o que diria para ele? Então, junte-se a nós! Quem sabe, um dia, será você quem contará uma história?!

7. O oceano no fim do caminho



Autor: Neil Gaiman

Páginas: 208

Tipo: Digital

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O oceano no fim do caminho
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna


Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos.
Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.

8. Fahrenheit 451



Autor: Ray Bradbury

Páginas: 215

Tipo: Impresso

Skoob | Amazon |Li até a página 100 e… #7 | Resenha (em breve)

Fahrenheit 451
Foto: Divulgação

Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia.
A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes.
O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.
Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.

   Como viram, consegui ler quase a meta inteira em uma única estação (rsrsrs)… Agora, vamos ao paginômetro:

Leituras de verão

   E aí, leram bastante nesse verão? O que acharam do meu resultado? Me contem aí! 😉

Postado por:

Hanna de Paiva

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