1 de setembro de 2018

Sobre os livros que abandonei…

   Olá meu povo, como estamos? Hoje vou falar sobre algo que, até então, eu achava impossível para um amante de leituras: abandonar um livro.

Livro abandonado
Creative Commons

    Pois é… Quem está começando a ler agora, muitas vezes fica com a consciência pesada por abandonar uma leitura… eu, pelo menos, me sentia uma inútil, pois ia abandonar uma leitura, só porque algo não me agradava… Até que percebi que abandonar um livro não é tão ruim assim, e até faz a gente ver o quanto tudo é realmente questão de gosto, até nos livros…
   E no post de hoje, irei mostrar alguns livros que abandonei durante esse meu tempo de leitora assídua. Vem ver! 😉

Sobre os livros que abandonei



   1. The wild cards – O começo de tudo






Wild Cards
Divulgação

Com início das publicações em 1987 e chamado pelos fãs de romance-mosaico, a série Wild Cards volta a 1945 para contar a saga dos seres atingidos pelo xenovírus Takis-A, o vírus da Carta Selvagem. A Segunda Guerra Mundial acabou e o mundo começava a se preparar para a reconstrução, até que uma nave espacial um tanto estranha cai na Terra, e um ser alienígena tão excêntrico quanto seu veículo começa a anunciar que estamos em perigo, que um vírus – que ele não sabe ao certo o que pode causar aos humanos – caiu na Terra. Mas era tarde demais… O vírus se espalha no céu de Nova York e aos poucos começa a contaminar o resto do mundo. No começo ninguém sabia se era uma bomba química ou atômica, até que as primeiras pessoas começaram a morrer ou se transformaram em seres bizarros ou extremamente poderosos. O vírus ficou conhecido com carta selvagem, afinal, como num jogo de baralho, nunca se sabia qual carta ou qual mutação no caso poderia tirar.

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  Sinceramente, logo quando vi o nome de George R. R. Martin na capa, e depois a sinopse, nem pensei duas vezes: tinha que ler! Ainda mais porque estava doida com os tijolinhos de ‘Crônicas de gelo e fogo’ e gostei da escrita do autor… Mas pense qual foi minha decepção ao descobrir que ele não era o autor, mas o editor… Apesar da premissa da história ser muito boa, tem uma série inteira e muita gente falou bem dela, eu não consegui nem chegar na metade do primeiro livro… Achei a história muito enrolada, parecia demais com a série ‘Heroes’ (que, particularmente, não gostei, me julguem!), e tudo começou a me irritar nos personagens. Não tive como continuar a leitura e acabei abandonando…

2. Bruxos e bruxas – O dom
(James Patterson e Ned Rust)

Bruxos e Bruxas
Divulgação

Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos…Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor…Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas.Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la.

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   Algumas amigas minhas estavam apaixonadas pelo primeiro livro dessa série. Acabei baixando o pdf para conferir também. A premissa do primeiro livro era ótima, o livro realmente atendeu minhas expectativas… mas esse segundo… é uma droga… 😓 Parece que os personagens se perderam no meio da história, as coisas eram muito sem sentido e massantes. Depois fui procurar quem era James Patterson e vi que era o mesmo célebre autor de vários livros trhiller, que eu  gosto até… mas para escrever fantasia, mesmo acompanhado de outros autores… não deu certo…

3. Sábado à noite 
(Baby Dewet)




Sábado à noite
Divulgação





Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. Amanda é uma adolescente como tantas outras, e ela não tem culpa de ser popular e a menina mais bonita do colégio. Isso simplesmente aconteceu quando ela cresceu. Seu melhor amigo de infância vive se metendo em encrencas com seu grupo bagunceiro e, apesar de serem como irmãos, eles não se falam em público.

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   Tenho ido em vários eventos literários em que essa autora e esse livro são citados. E sempre falando bem… Mas se um livro não me prende logo na primeira página, já não vou gostar dele. Eu sei, já me surpreendi algumas vezes, pois o livro ficou interessante depois do segundo capítulo, mas esse eu não simpatizei mesmo… Achei adolescente demais pra mim… E abandonei, por não ser um gênero literário que me agrade…

4. A garota da capa vermelha
(Sarah Blakey-Catuurirght)




A garota da capa vermelha
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O corpo de uma garota é descoberto em um campo de trigo. Em sua carne mutilada, marcas de garras. O Lobo havia quebrado a paz.Quando Valerie descobre que sua irmã foi assassinada pela lendária criatura, ela acaba mergulhando de forma irreversível em um grande mistério que vem amaldiçoando sua aldeia por gerações. A revelação vem com Father Solomon: o Lobo habita entre eles — o que torna qualquer pessoa do vilarejo suspeita.Estaria Peter, sua paixão secreta desde a infância, envolvido nos ataques? Ou seria Henry, seu noivo, o Lobisomem que assola as redondezas? Ou, talvez, alguém mais próximo? Enquanto todos estão à caça da besta, Valerie recorre à Avó em busca de ajuda; ela dá à neta uma capa vermelha feita à mão e a orienta através da rede de mentiras, intrigas e decepções que vem controlando o vilarejo por muito tempo. Descobrirá Valerie o culpado por trás do lobo antes que toda a aldeia seja exterminada?

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   Eu já tinha visto não apenas esse filme, mas algumas outras adaptações recentes dos contos de fadas, onde tentaram colocar um pouco dos contos originais, que são bem sombrios. Até gostei dessa pegada, porque tira um pouco mas a nossa visão açucarada da infância sobre eles. Mas até então não tinha lido dos livros que vieram depois… O primeiro que tentei foi o da Chapeuzinho Vermelho… que foi uma das raras vezes em que o filme saiu melhor que o livro… Tudo o que vi não filme é muito arrastado no livro… Eu sei, no livro tem mais espaço, as cenas podem ser melhor detalhadas… mas mesmo assim é arrastado demais e não consegui continuar a leitura… 😔

   Como notaram, por mais que todo mundo tenha gostado de alguns desses livros, minha mãe me ensinou algo bem real… eu não sou todo mundo (rsrsr). Não é porque um livro é um clássico da literatura mundial, que você vai morrer de amores… Não é porque um livro leva o nome de um autor que você ama, que realmente ele escreveu e será tão bom quanto os outros que você conhece…
    Eu já não tenho mais medo de abandonar um livro que não gosto, ainda mais com tantos livros bons que posso ler, enquanto estou tentando e tentando me convencer que vou gostar de outro, só porque todos gostaram…
   E você, já abandonou um livro? O que te levou ao abandono da leitura? Me conta aí! 😉
   Até mais!

Postado por:

Hanna de Paiva

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