21 de agosto de 2018

Sobre os melhores livros de ficção científica que li

   Olá meu povo, como estamos? Eu tenho alguns gêneros literários que amo de paixão, como dizem por aí. Entre eles, está a ficção científica, que me acompanha desde sempre, tanto em livros, quanto em séries e filmes

Os melhores livros de ficção científica
Foto: Creative Commons

    Hoje vou mostrar a vocês alguns dos melhores livros ficção científica que li. Vem ver!  😉

Os melhores livros de ficção científica

1.  Fundação – Isaac Asimov

Fundação
Divulgação

O Império Galático possui 12 mil anos. E possui pujança, grandeza e estabilidade. Ao menos em sua fachada. Mas ele está em pleno declínio, lento e gradual. E, no final, culminará com uma regressão violenta da sociedade e a conseqüente destruição do conhecimento. Preocupados com isso, um grupo de cientistas traça um plano pela preservação do conhecimento adquirido.

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   Já falei desse livro n vezes, vou continuar falando e amando ‘Fundação’. Esse foi meu primeiro contato com Isaac Asimov e, sinceramente, perguntei por que não tinha lido nada dele antes. Esse livro foi escrito na década de 1950, mas tem umas sacadas que são tão atuais, que me pergunto se toda a política realmente não se recicla… são umas coisas tão semelhantes ao que vivemos hoje, que chega a ser filosófico ler isso numa sociedade do futuro… Conheci a obra através de um trabalho de física na faculdade… terminei o trabalho da disciplina e fui correndo atrás da sequência, de tão apaixonada que fiquei com a história e com a escrita do autor também. E me admirei ao ler minha própria lista de resenhas e ver que ele não estava lá. Então em breve teremos resenha desse livro maravilhoso! 💓   

[Resenha em breve]





2. Viagem Fantástica – Isaac Asimov


Viagem fantástica
Divulgação

Um submarino é reduzido a tamanho microscópico e introduzido no corpo de uma pessoa, a fim de destruir um coágulo sanguíneo. Nesta obra o homem se aventura numa viagem dentro do seu próprio corpo: artérias, coração, capilares, pulmão, cérebro… Viajamos dentro de nós mesmos, invadimos um mundo que até então pensávamos ser algo já descoberto, sem maiores atrativos. No entanto, em virtude de uma inversão no referencial de grandeza, descobrimos um inteiramente novo corpo onde tudo é cor movimento e luta incansável no ritmo da sobrevivência. As personagens entram nesse novo universo com o tamanho de uma bactéria, para salvar a vida ultra-valiosa de um cientista. E a nova descoberta apresenta características apaixonantes de toda primeira viagem ao desconhecido: o medo e a revelação. E a imaginação de hoje já provou ser a realidade de amanhã.

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    Há relatos que o próprio Asimov não curtiu escrever esse livro, já que foi uma encomenda para um filme. E que ele teria escrito com mais liberdade o segundo volume. Eu ainda não li o segundo volume para saber se é melhor, mas gostei dessa viagem fantástica pelo corpo humano. Normalmente, quando pensamos em glóbulos brancos, vermelhos, outros tecidos e órgãos, é bem comum pensar em máquinas simplesmente… Mas não se engane, somos um mistério por dentro… e Asimov explorou isso em seu livro/roteiro, ao encolher a equipe para embarcar na jornada corpo adentro. Eu super recomendo esse livro, mas ainda sou curiosa para saber o que se passa na continuação.

 

 

[Resenha]



3. Volta ao mundo em 80 dias – Jules Verne


Volta ao mundo em 80 dias
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A obra narra a história de Phileas Fogg, que decide dar a volta ao mundo em oitenta dias, no ano de 1872, pelo suposto motivo de uma aposta selada com alta quantia de dinheiro. Ao colocar o pé no mundo, Fogg encara diversas aventuras típicas da imaginação sinistra de Verne. Oceanos, navios a vapor, estradas de trens, selvas e até viagem sobre elefantes compõe essa jornada. Publicado em 1873, esta obra tem destaque na bibliografia deste autor que, em meio aos seus romances de aventura, pressagiou diversos avanços científicos da Humanidade.

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   Quem também surpreende bastante é Jules Verne com sua imaginação futurística. Ele imaginou submarinos, automóveis e tantas outras coisas para nós comuns, mas que na época dele, eram absurdos impossíveis.

 

[Resenha]

4. 20 mil léguas submarinas – Jules Verne 

20 mil léguas submarinas
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Em 20 Mil Léguas Submarinas, o leitor é transportado para 1866, ano em que navios de diferentes nacionalidades começam a naufragar e sofrer misteriosas avarias. As descrições revelam que um ser ” comprido, fosforescente, fusiforme, infinitamente maior e mais veloz que uma baleia” seria o responsável. Imediatamente, homens da ciência e governantes mobilizam-se para deter o misterioso monstro marinho. A missão, porém, não sai como esperado. Os responsáveis pela expedição são capturados pelo capitão Nemo, enigmático e problemático, criador do moderno submarino, Náutilus, confundido com o tal monstro misterioso. A aventura só começou. A trupe vai viajar pelo fundo do mar, enfrentando águas remotas, criaturas das profundezas e uma fauna e flora exuberantes. 

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    Continuando com suas obras incríveis, temos 20 mil léguas, que são meu xodó. Primeiro pela edição especial da Zahar, segundo por ser incrível pela época em que foi escrito.
    Para quem não sabe, Verne foi um dos fundadores do gênero Ficção Científica. Não é à toa que tantos livros seus viraram filmes e são editados em vários formatos, sem sair de moda.

[Resenha]



5. O guia do mochileiro das galáxias – Douglas Adams

O guia do mochileiro das galáxias
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Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. 

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   Esse é um dos meus favoritos! De uma forma bem sarcástica, temos uma ficção científica, com cenas hilárias, mas que também tratam de situações sérias. Recomendo a leitura da série inteira, mas o melhor de todos é o primeiro!

[Resenha]





6. Trilogia cósmica (Além do planeta silencioso) – C. S. Lewis


Além do planeta misterioso
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Este é o primeiro livro da Trilogia Cósmica de C. S. Lewis, escrita nos tensos momentos que antecederam a Segunda Guerra Mundial e que foram concomitantes a ela. É uma parábola de sua época que acabou por resistir ao tempo e que tem sido apreciada por sucessivas gerações não só pela importância de seu conteúdo moral como também em razão da maravilhosa narrativa. 

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   Quem me conhece de longa data, sabe que ‘Crônicas de Nárnia’ é o meu livro favorito. Mas o que muita gente não sabe, é que C. S. Lewis não foi autor apenas dessa obra. Ele foi autor de inúmeros livros religiosos, mas também se aventurou pela ficção científica, em Trilogia Cósmica. Esse livro eu li tem tempo, antes mesmo de sonhar em ter um blog. Mas prometo que farei uma resenha sobre ele. Ele conta a história de um filólogo, Elwin Ranson, que vai parar em outro planeta, sequestrado para ser tradutor num planeta estranho, com seres extraterrestres. Li esse livro sem muita expectativa, mas caiu nas minhas graças, por ser um livro interessante do ponto de vista filosófico. Inspirado na Segunda Guerra Mundial, ele conta como seria essa guerra em nível interplanetário… e o resultado é incrível.

[Resenha em breve]




   Já leram algum deles? Também gostam de ficção científica? Me contem aí! 😉

BEDA 2018

   

Postado por:

Hanna de Paiva

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