24 de março de 2020

Startrek – Enterprise

   Olá meu povo, como estamos? Não sei como está o Estado onde vocês moram, mas aqui no Rio de Janeiro, estamos passando pela quarentena voluntária, como forma de achatar a curva de casos de COVID-19, mais conhecido como coronavirus. Com mais tempo em casa, mesmo que eu possa fazer home office, ainda me sobra tempo para fazer mais do que gosto quando estou em casa, isso inclui ver mais séries, filmes e colocar a leitura em dia. Assim, terminei de maratonar um dos spin off da saga que mais amo no mundo geek: Star trek – Enterprise.

Star trek - Enterprise
Foto: Divulgação

Ficha técnica

Série: Star trek – Enterprise

Ano: 2001-2005

Temporadas: 4 (finalizada)

Episódios: 22 a 26 (por temporada)

Gênero: Aventura, Ficção Científica, Ação

Star trek - Enterprise

“Star Trek: Enterprise” é ambientada antes dos eventos da série original, e acompanha a equipe da primeira nave inter-estelar. Liderada por Jonathan Archer e sua equipe, narra as aventuras enquanto eles exploram as partes nunca vistas da galáxia, colocando pela primeira vez os pés em novos mundos, conhecendo novos seres e reencontrando uns familiares.

Star trek - Enterprise
Foto: Divulgação 
    Quem vê os episódios lá dos anos 1970, ou mesmo os remakes dos filmes da saga Star trek, está acostumadx a ver a tripulação de uniforme colorido e navegando naquela nave toda hightech, cheia de botões e comandos de voz. Mas alguém se pergunta como foi que tudo começou? Ou mesmo o motivo de a Enterprise ser a tão sonhada nave que todo capitão da Frota Estelar quer comandar? 
   Pois bem, o motivo de tanta fama e ser a nave mais desejada na frota é que a Enterprise foi a primeira nave que nós construímos, quando da Frota Estelar foi criada. Com o nome original de NX-01, essa foi a primeira nave com tecnologia de dobra aqui na Terra (ou vai ser, já que a saga se passa a partir do século XXII).   
   Em alguns momentos na saga original, foi citado o nome do icônico capitão Jonathan Archer, que teria sido o primeiro capitão da Frota Estelar a comandar uma nave de dobra, com a missão de explorar novos mundos. Em Star trek – Enterprise, conhecemos de fato quem foi o capitão Archer. 
Star trek - Enterprise
Foto: Divulgação
   Como era a primeira vez que uma nave saía da Terra, é de se esperar que ela não era lá muito moderninha. A nave que saiu pela primeira vez desbravando o espaço era bem moderna para nós, que estamos um século atrás, mas para eles, era uma tecnologia bem rudimentar. 
   Achei legal essa parte, pois sempre me perguntei a origem da nave e como que a tecnologia chegou até o que vemos nos filmes. Aqui também temos a história da relação dos vulcanos com os humanos. E desde que o mundo é mundo, esses dois povos vivem entre tapas e beijos (rsrsrs). 
   O que mais curto nesses spinoff’s é que temos uma noção de personagens que são apenas citados, ou podemos nos ambientar mais ainda na história profunda de como tudo começou. 
Star trek - Enterprise
Foto: Divulgação/AUGENP
   Porém, todavia, entretanto, é também uma chance de vermos novamente a tecnologia imaginada nos anos 2000. Afinal, a série foi gravada e finalizada há quase 20 anos. De lá para cá, muita coisa mudou no quesito efeito especial. Mas para uma série scifi filmada nessa época, achei os efeitos especiais ok, embora tenha sentido falta de alguns ajustes nas cenas, para parecer mais real. 
   Me incomodou um pouco foi nas partes que eles iam explorar os planetas e alguns tinham a atmosfera semelhante à nossa. Toda vez que acontecia algo assim, eles pousavam em um planeta com florestas amazônicas. 

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   Sério que para um planeta ser igual ao nosso, tem que ter apenas florestas amazônicas?! Com tanto bioma para explorar, só podia ser esse?! Achei que faltou um pouco de criatividade aí, especialmente nas primeiras temporadas. Mas acho que os produtores pensaram nisso também e, nas temporadas 3 e 4 isso já muda um pouco mais e nos faz lembrar de outras aventuras da Frota Estelar até dos filmes mais recentes. 
Star trek - Enterprise
Foto: Divulgação
   Com alguns probleminhas aqui e ali, é uma boa série para se maratonar. Isso porque ela segue a ideia de todas as séries já feitas de StarTrek, onde o primeiro episódio é o mais comprido, com 1h30min, e os demais são mais curtinhos, com cerca de 30-40min cada. 
   Para uma série com os efeitos especiais que tinha, acho que na época isso não custou muito, já que nas quatro temporadas temos bastante episódios. São episódios de aventuras independentes, porém umas coisas são ligadas às outras, então é bom acompanhar desde o começo certinho. E os episódios são viciantes, especialmente para mim, a viciada em Star trek (rsrsrs). 
   Mas, se você está pensando “ah, mas eu não curto scifi, isso deve ser muito chato”, te peço que faça ao menos uma tentativa. Minha mãe odeia esse gênero, seja em literatura, séries ou filmes, e ela viciou junto comigo em Star trek – Enterprise.
  Isso porque, por ser uma série contando a “história da história original”, vemos mais uma série de aventura e drama do que uma aventura intergaláctica. O que nos lembra que estamos no espaço é que a própria tripulação tem seres interplanetários e vira e mexe o Archer faz amizades bem inusitadas (rsrsrs). Mas em Enterprise, vemos lições de amizades, confiança, coragem e até romance. 😉 
   Além disso, se você é curiosx para saber porque tem sempre um vulcano na nave, por que tem um oficial de ciências e como surgiram os comunicadores universais, que traduzem o que você diz para qualquer idioma do universo, literalmente, a série que te explica é essa. 
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   Com relação ao final dela, eu confesso que fiquei chocada com a forma como terminou. Em alguns sites, onde fui procurar a sinopse, vi que na verdade ela foi cancelada, com o motivo de baixa audiência, o que é triste, pois eu curti bastante a ideia deles. Mas pelo menos deram um final digno para ela, assim não ficamos com aquela sensação de “cadê o resto?”. 
   Talvez por isso, essa é uma série esquecida pelo público, mesmo com o elenco que participou dela, e por ser uma série histórica. Além disso, é uma das poucas séries que tem uma música cantada na abertura, interpretada pelo tenor Russel Watson.

    E aí, o que acharam da série? Já viram algum spin off, ou mesmo a série original de Star trek? Tem alguma sugestão de série ou filme para passar essa quarentena em casa? Para deixar você com o gostinho de assistir, aqui vai a abertura da série, com a música que ficou na minha cabeça por meses.

    Ah! Não esqueçam de lavarem bem as mãos com água e sabão, caso não possam no momento, usem álcool gel e não saiam de casa! Vamos lutar juntos contra essa pandemia! 😉

COVID-19

Postado por:

Hanna de Paiva

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