28 de abril de 2020

TAG Palavras cruzadas

  Olá meu povo, como estamos? Final de mês chegando e estou aproveitando esse tempinho para ler mais e buscar novas TAG’s que ainda não tenha respondido (rsrsrs), para finalizar o mês com aquela descontração. 😉 Foi numa dessas buscas, que encontrei a TAG Palavras cruzadas, lá no blog Cafeína Literária.

Palavras cruzadas
Foto: Creative Commons/Pixabay

  Apesar disso, a autoria da TAG vai para o canal lusitano InesBooks, que elaborou a brincadeira em comemoração ao aniversário do cantinho dela. 💓
  Então bora conferir as respostas?

1. Vox Populi 

(um livro para recomendar para todos)






Fundação
Foto: Divulgação





R. Esse é um ponto polêmico, pois como vou recomendar um livro para todos? Mas enfim, só consigo pensar na série Fundação, de Isaac Asimov. É uma ficção científica, escrita nos anos de 1950, que se passa no século XXII (ou XXIII? Já não sei com certeza), mas que tem tanta coisa que se encaixa perfeitamente em momentos que vivemos. A gente sempre pensa num futuro onde temos coisas avançadas na tecnologia, temos paz entre as pessoas e certas picuinhas políticas perderam sentido. Mas lendo Fundação, vemos muita coisa que ainda acontece nos jornais hoje, como cientistas sendo desacreditados várias vezes, e depois recorrem atrás da gente (sou cientista, caso não saibam) pedindo respostas rápidas, jogos políticos e um querendo puxar o tapete do outro perante o povo eleitor. Temos também crises de energia (a diferença é que a deles é mais ecológica que a nossa atual), educação e até de saúde… Isso é o que mais me atrai nos livros do autor e recomendo a leitura.  




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2. Maldito plágio 

(um livro que gostaríamos de ter escrito)




O casamento
Foto: Divulgação

R. Está aí uma coisa que nunca me passou pela cabeça (rsrsrs). Mas como missão dada é missão cumprida, vou aproveitar e contar aqui que gostaria de ter escrito O casamento, do tio Sparks. Ele já é figura fácil em quase todas as TAG’s que respondo por aqui… mas é que ele ficou marcado por ser um livro muito ruim… de coração, é muito ruim… E eu gostaria de ter escrito ele, pois teria feito modificação nele inteiro e teria saído um livro decente (#prontofalei). 😂😂





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3. Não vale a pena abater árvores por causa disto




R. Esse é outro tema polêmico (rsrsrs). Pois por mim, alguns livros hot se encaixam nesse quesito. Mas antes que me julguem de preconceituosa, já deixo dito aqui que, apesar de não ser fã do gênero, eu já li alguns hot, inclusive em parceria, que foram grandes surpresas. Isso porque os autores pensaram em equilibrar cenas mais quentes com outras coisas, como suspense, romance mesmo, cenas mais engraçadas… o que deu a entender que até os personagens tem mais o que fazer da vida além de sexo (rsrsrs). Mas, porém, todavia, no entanto… Os livros hot que só tem sexo (e dos mais pesados até) do início ao fim, dando a entender que os personagens só sabem fazer isso da vida e nada mais, para mim, é perda de tempo e gasto de árvores à toa… desculpa… 
                        

4. Não és tu, sou eu 

(um livro bom lido na época errada)




Dom Casmurro
Foto: Divulgação/Amazon





R. Dom Casmurro é um exemplo clássico disso. Na escola a gente é apresentadx a tantos livros de nossa literatura, que por vezes são chatos de acompanhar, seja pela estória em si, pela linguagem rebuscada, por n motivos. E comigo não foi diferente. Dom Casmurro me foi apresentado no Ensino Médio, e lembro que foi o livro mais fino e que mais demorei a ler na vida. Eu já estava me descobrindo como leitora nessa época, e lia os tijolos de Anne Rice numa boa, e terminava rápido até. Mas Dom Casmurro me tomou 2 meses… sério! E só terminei porque precisava apresentar o trabalho na escola… Se não, teria abandonado sem dó. E minha raiva foi tamanha, que larguei o coitado debaixo da cama e nunca mais olhei pra cara dele. Um belo dia, durante uma faxina decente que fiz no meu quarto, encontrei o coitado todo amassado e cheio de poeira e resolvi “perdoá-lo”, dando mais uma chance. Numa segunda vista, acabei gostando da leitura e, por vezes, me peguei rindo em algumas cenas… Nunca imaginei que fosse gostar desse livro na vida, mas paguei pela minha língua e não me arrependo nesse caso (rsrsrs). 




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5. Eu tentei… 

(um livro que tentamos ler, mas não conseguimos)




Orgulho e preconceito
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna





R. Muitos livros se tornaram clássicos, mas isso não quer dizer que vão agradar a todos os leitores, unanimemente. Por isso, eu confesso que tentei ler Orgulho e preconceito, o clássico de Jane Austen, mas infelizmente não rolou… 😕 Pensei em fazer com ele o mesmo que fiz com Dom Casmurro… mas depois, acabei passando ele a frente, por sorteio mesmo… definitivamente não é um livro para mim… 




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Palavras cruzadas





6. Hã? 

(um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro que teve um final surpreendente)


O apanhador no campo de centeio
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna





R. Normalmente a gente coloca um que o final surpreendeu. Mas serei diferente dessa vez e vou colocar um que li e não percebi nada (rsrsrs). E o escolhido para a categoria foi O apanhador do campo de centeio, de J. D. Salinger . Esse livro é um daquele clássicos da literatura que você “tem que ler antes de morrer”, principalmente por ter influenciado algumas pessoas a cometerem assassinatos famosos até, como o do presidente Kennedy, por exemplo. Isso porque conta-se a lenda de que tem mensagens subliminares no livro, induzindo as pessoas a cometerem atos do tipo. Aí, a Babi Bueno, do Meu mundinho quase perfeito, me convenceu a fazer uma leitura conjunta… e entendemos bulhufas! Sério, não encontramos mensagens subliminares, nem entendemos a real moral da história. Só depois de nós mesmas procurarmos outras resenhas, e fazermos nossos próprios debates, foi que compreendemos (ou achamos que compreendemos) a mensagem do bendito… Mas foi aquele que a gente terminou e ficou exatamente com a cara de “hã?! O que eu perdi?!”




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7. É tão bom, não foi? 

(um livro que devoramos)




Divina conspiração - Prenúncio
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna




R. Esse eu nem preciso pensar muito. Sem dúvida, a série Angellore, de nossa autora parceira, Gabi Ruas. Mas como só posso escolher um, deixo o último lido, Prenúncio.  




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8. Entre livros e tachos

(uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós)





R. Está aí outra coisa que nunca parei para pensar (rsrsrs). Mas acho que posso citar o Daniel, da série Angellore. Ele curte cozinhar e até o faz muito bem, pelo menos é o que sua parceira Olívia nos conta… (rsrsrs).




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9. Fast Forward 

(um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada)


O jogo da fama de Thea Carson
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna





R. O jogo da fama de Thea Carson é um livro de chicklit a princípio. Pelo que entendi, a autora queria meio que fazer uma história baseada nos bastidores da vida dos famosos e mostrar que nem tudo é perfeito, que nem mostram as revistas. O problema não foi a ideia, mas como ela abordou e depois se perdeu no meio do caminho. Aí ficou nítido que ela colocou mais páginas, meio que tentando justificar um monte de coisa, que sinceramente, foram desnecessárias. 






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10. Às cegas 

(um livro que escolhemos só por causa do título)


Arsène Lupin contra Sherlock Holmes
Foto: Divulgação



R. Essa é difícil responder, pois sou bem visual no quesito livros (rsrsrs). Então comprei vários livros pela capa e pelo título. Felizmente tenho dado sorte e as leituras foram boas experiências… Mas como só posso escolher um, vou falar de um que será minha próxima leitura desse ano, Arsène Lupin contra Sherlock Holmes, de Maurice Leblanc. Pelo que vi depois, ele é meio que um clássico da literatura mundial, contemporâneo de Sherlock Holmes, inclusive, e tem até filme. Tive que comprar os dois livros (sim, é uma série, assim como o famoso detetive consultor), que estão no projeto #12livros para 2020. Espero gostar da leitura, as expectativas estão altas, confesso…  




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11. O que conta é o interior 

(um livro bom, mas com uma capa feia)




Coração de pedra
Foto: Skoob



R. Olha, confesso que essa também é difícil responder, porque eu sou primeiro atraída pela capa na prateleira, depois olho o nome do(a) autor(a) e só depois olho a sinopse. Então posso dizer que os livros que tenho tem capa bonita, pelo menos para mim… (rsrsrs) Mas creio que a capa “menos bonita” da minha estante é um ebook na verdade, Coração de pedra, de Charlie Fletcher. Eu tinha resenha dele aqui, mas foi bem na época da primeira versão do Mundinho da Hanna, então acabou sendo deletada. 😕 



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12. Rir é o melhor remédio 

(um livro que nos tenha feito rir)


O guia definitivo do mochileiro das galáxias
Foto: Divulgação/Amazon



R. Não tem como não falar de Douglas Adams nesse quesito. Ele é o melhor autor quando queremos rir. Ainda mais se curtir um toque de humor ácido, como o dele. Então recomendo 



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13. Tragam-me os Kleenex, por favor? 

(um livro que nos tenha feito chorar)





Teu silêncio, minha resposta
Foto: Hanna Carolina/Mundinho da Hanna





R. Confesso que sou meio durona no quesito chorar por livros, mas um que me fez chorar recentemente foi exatamente o último resenhado aqui no Mundinho, Teu silêncio, minha resposta, de Fábio Abreu. E, para falar a verdade, ele não me fez chorar na hora que li, mas quando escrevi a resenha, então acho que conta (rsrsrs).





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14. Este livro tem um V de volta 


(um livro que não emprestaríamos a ninguém)





My precious





R. Aaaaahhhh! Esse nem preciso escolher! Isso porque não emprestaria meus livros mesmo! Ainda mais depois de algumas decepções em que emprestei livros que nunca me foram devolvidos, por isso, só empresto meus livros para minha mãe, que mora comigo, então eles não tem como sumir, pois sei onde estão, para colocar de volta na prateleira (rsrsrs).





15. Espera aí que eu já te atendo 


(um livro ou autor que estamos constantemente adiando a leitura)





Stephen King
Foto: Divulgação/R7

R. Ok, ok… tenho que admitir que estou constantemente adiando os livros do célebre Stephen King. Ele pode ser o rei de vários gêneros, como fantasia, suspense, terror… exatamente os tipos de livro que gosto normalmente. Mas não sei o porquê, sempre adio a leituras das obras dele, por ter certo medinho… seja da forma como ele aborda suas histórias, seja de ter uma grande decepção, ainda mais por ele ser tão aclamado… Mas tenho medo, e por isso mesmo acabo adiando tanto… Pronto, falei… (rsrsrs).





   E aí, já tinha respondido essa TAG? O que acharam das respostas? Quais seriam as suas? Não marcarei ninguém, mas fiquem à vontade para responder e me marcarem também. Vou amar saber mais sobre vocês também. 😉













Postado por:

Hanna de Paiva

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