Olá meu povo, como estamos? O ano está passando tão rápido, que logo estaremos desejando Feliz Natal novamente, né? Mas sabia que, mesmo faltando pouco para 2026 se despedir de nós, ainda dá tempo de conhecer autores novos? Pensando nisso, separei três autores nacionais para você se aventurar nesse restinho de ano.
Beatriz Andrade
Correntes de Elena

Elena está presa a algo que ninguém pode ver e ele a consome de dentro para fora. Um monstro que se alimenta do medo, da dor e da sua mente. Anos de tormentos a fizeram duvidar de sua sanidade, e nenhuma ajuda espiritual ou médica foi capaz de libertá-la.
Agora, uma promessa de salvação surge em uma floresta sombria. Para alcançá-la, Elena precisará enfrentar não apenas a criatura que a persegue, mas as correntes que a prendem a si mesma.
Até onde você iria para se libertar de algo que vive dentro de você?
Correntes de Elena é um conto de terror psicológico com um desfecho surpreendente e que faz o leitor questionar se a verdadeira libertação de Elena é possível.
O Desaparecimento da Rainha de Bateria

Na noite mais importante do Carnaval, quando os holofotes estão voltados para Sambódromo e o Brasil inteiro está de olho nos desfiles, Marta Lúcia desaparece.
Rainha de bateria da Unidos da Baixada, Malu passou anos de sua vida dedicando-se à escola e esperando esse momento de glória. Finalmente a escola vai desfilar no grupo especial, porém, ela não estará lá. Momentos antes de entrar na avenida, Malu é sequestrada e começa a sua luta por sobrevivência.
Segredos enterrados há muitos anos vêm à tona buscando vingança. A polícia terá pouco tempo para encontrá-la, pois a quarta-feira de cinzas está à sua espera, marcando um dia sombrio e assustador.
O desaparecimento da rainha de bateria é um conto de suspense ambientado no coração do carnaval carioca, onde passado e presente se cruzam e onde a culpa esquecida se mistura ao medo cada vez mais sufocante.
Luciana de Gnone
Voz de Prisão

Boa Vista, 1999. Aos nove anos, Helena viu sua infância ser tragicamente interrompida quando seu pai foi assassinado. O autor do crime foi preso e solto em seguida, e o processo, que deveria trazer respostas, nunca foi concluído. Vinte e cinco anos depois, ao ingressar na Polícia Civil, Helena encontra pessoas dispostas a ajudá-la e tem acesso a ferramentas para revisitar o caso que marcou a sua vida. Ao lado da agente veterana Ana Lice, Helena mergulha numa investigação que expõe traumas pessoais agravados pela morosidade do sistema.
Voz de Prisão é um romance baseado em uma história real de justiça tardia, trauma e superação. Uma narrativa que acompanha os impactos emocionais e institucionais de um crime que atravessou décadas, deixando marcas profundas em uma família que nunca conseguiu encerrar seu luto.
Crimes em Copacabana

Quando dois prisioneiros conseguem fugir da delegacia, a inspetora Iolanda Braga é apontada como a responsável pela desastrosa atuação da polícia. Para minimizar os impactos do fiasco policial, ela é obrigada a aceitar a ajuda do inspetor Carlos de Oliveira, por quem cultiva mágoas desde os tempos da Academia. Juntos, eles precisarão deixar as desavenças de lado se quiserem recapturar Touro Bravo, um bandido poderoso e atuante até mesmo atrás das grades. Esse é o pano de fundo da trama policial protagonizada por Iolanda Braga, inspetora da polícia civil que além de trabalhar para combater a violência urbana do bairro mais famoso do país, ainda precisa conviver com os desafios por ser a única mulher em um ambiente predominantemente masculino.
Flavio Oliveira
Noiva de Papelão

A vizinha do trezentos e cinco, no quarto escuro, uma borboleta tatuada, o trauma. Todos têm amigos imaginários, o jovem com transtorno esquizofrênico protagonista desta história também. Ele socorre o senhor Goiabada, e o doutor Heriberto Gusmão aceita a medida recordatória: a ex-noiva de papelão. O trauma, o verme da goiaba, o avô das incríveis fábulas de sapos cor de rosa e o pedido do médico para ele escrever no caderno a pior história de sua vida, recordar o apagado da memória, a possibilidade de cura virá da lembrança. Ele sente as pessoas desaparecem quando toma os comprimidos, e o marmota não envelhece, a vizinha sorri com malícia, o ex-padastro bêbado, a mãe promotora de justiça sendo ameaçada, o fusca e o elefante branco ― personagens e/ou personificações de traumas.
Se gostou da ideia, tem mais alguns autores nesse vídeo aqui: