Olá meu povo, como estamos? Hoje temos mais uma edição de primeiras impressões por aqui, e vou contar o que estou achando da leitura de ‘Sangue Raro’, uma obra de horror nacional, escrita por Lucas Santana.

Primeira frase da página 100
R. “De início, não quis que Paulinho usasse meu sangue.”
Do que se trata o livro?
R. O livro traz uma realidade distópica, em que a população é dominada por um governo autoritário e ditador. O grande objetivo dele é caçar os ditos “sangue-raro”, que tem uma capacidade desconhecida e são encarados como um perigo para a população. No entanto, o real objetivo do governo pode ser ainda mais sombrio do que se imagina.
O que está achando até agora?
R. Já avancei bastante na leitura e estou surpresa com o tanto de reviravolta que já aconteceu. É incrível o talento de Lucas também para escrever horror, já que precisei parar diversas vezes para respirar diante de tantas atrocidades.
O que está achando do protagonista?
R. Caetano é um protagonista do tipo ame x odeie. Em parte eu o amo por ser uma vítima do sistema, que está passando por maus bocados e ainda é forçado a acreditar que ele mesmo é uma aberração. No entanto, pelo tanto de tempo que ele já passou dentro das celas, eu esperava que ele tivesse amadurecido mais com a vida sofrida. Mas ainda age feito um adolescente e isso me faz passar muito raiva.
Melhor quote até agora
“[…] Fui ensinado a amar, a respeitar, e a aceitar. Aceitar minha condição de bica, subserviente, um mal incontornável. E sim, aquela ruindade que corria livre em meu sangue era inata, então só me restava me esforçar para compensar aquilo. Ser um bom garoto.”
Vai continuar lendo?
R. Sim! Tenho a expectativa de que um dia ele possa amadurecer de vez.
Última frase da página 100
R. “Na escola, ele me dissera, os bruxos jovens aprendiam como controlar, regular e catalogar as diferenças sanguíneas.”