22 de October de 2026

Amantes do Cinema | Verity

Olá meu povo, como estamos? Verity mal chegou ao cinema e eu já queria logo conferir uma das adaptações mais esperadas dos últimos tempos. Vem ver o que achei! 

Filme: Verity

Classificação: +16

Ano: 2026

Duração: 1h54min

País: Estados Unidos 

Gênero: Suspense, Romance, Drama

Onde assistir: Cinema (Em cartaz até o momento)

Em Verity, uma escritora chamada Lowen Ashleigh (Dakota Johnson) está à beira da ruína financeira quando uma oportunidade irrecusável cai em seu colo: trabalhar como ghostwriter da autora de sucesso Verity Crawford (Anne Hathaway) que, após um grave e misterioso acidente de carro, fica paralisada e impossibilitada de dar prosseguimento à sua obra sozinha. A convite do marido de Verity, Jeremy Crawford (Josh Hartnett), Lowen se muda temporariamente para a casa do casal com o objetivo de estudar e mergulhar mais profundamente nas ideias, anotações e mente da autora. Pronta para terminar os três últimos volumes da série bem-sucedida de Verity, a jovem Ashleigh acaba descobrindo que nem tudo é o que parece quando descobre um manuscrito escondido cujas passagens relatam revelações sobre o passado da família e a tragédia sofrida por Verity. 

Foto: Divulgação

Antes de mais nada, eu tenho o livro ‘Verity’ aqui na estante, porém ainda não li. Se você já me acompanha há um certo tempo, sabe o quanto eu prefiro ver primeiro o filme, pois assim eu me sinto mais à vontade para aproveitar a mídia. Pois do contrário, ele renderia o Oscar e eu continuaria achando horrível. 

Sendo assim, saiba que esta resenha será apenas com a magia do filme, pelo ponto de vista de alguém que não conhece a versão original. Dito isso, lá vamos nós. 

Verity Crawford é uma das autoras de suspense mais aclamadas dos últimos tempos. Todos os seus livros emplacam e é sucesso certo de vendas. E a promessa de um novo livro é o que basta para os fãs ficarem na expectativa. 

Enquanto isso, Lowen é aquela clássica definição de escritora que sonha em ser reconhecida como escritora, mas fica sempre no limbo. Suas publicações são levadas para as livrarias, porém ela faz parte das listas de saldos e promoções, que ninguém conhece. 

Contudo, o destino das duas mulheres está para se cruzar. Lowen recebe a proposta de uma grande editora para publicar livros. O valor é alto e tentador. Só tem um detalhe: ela deverá trabalhar como ghostwriter de Verity.  

Foto: Divulgação

A princípio, Lowen não gosta da ideia. Afinal, quem era ela na fila do pão para escrever alguma coisa em nome de uma das autoras mais aclamadas? Além disso, Verity é quem escreve as próprias obras. Ao menos é o que ela e todo o país sempre achou. Então, porque logo agora, no auge da carreira, ela precisaria de ajuda para cumprir um prazo? 

Aos poucos, Lowen cede à curiosidade e parte rumo ao novo empreendimento. Afinal, mesmo de uma forma torta, realizaria seu sonho de viver de escrita. O trabalho é simples: ir até a casa de Verity, ver onde ela parou e continuar a partir daí. 

Onde mais Lowen teria uma oportunidade como aquela. Sem contar que passar uns dias junto de Verity poderia render um enorme aprendizado na carreira. 

No entanto, ao chegar no endereço, Lowen descobre o porquê de Verity precisar de uma ghostwriter e perde a esperança de ter uma mentora. Contudo, ao colocar os pés na casa da autora, a jovem fica imersa numa rede de segredos e cada minuto oferece mais um risco à sua própria vida. 

Depois de ver tantas falas sobre a escolha do elenco para o filme, resolvi ir ao cinema com a mente aberta. Ane Hathaway foi uma ótima escolha para o papel de Verity. Ela demonstrou ser uma mulher sensual, misteriosa e capaz de tudo para manter seus segredos bem guardados. 

Foto: Divulgação

Por sua vez, as maiores críticas vieram para a escolha de Lowen. Sendo uma pessoa alheia ao mundo cinematográfico (e que não leu o livro), não senti uma grande diferença da atriz em seu papel. Para mim, a personagem era daquele jeito mesmo, sem grandes expectativas de carreira e conformada em ganhar apenas o suficiente para pagar o aluguel do mês. 

Além disso, acho que se eu recebesse uma proposta como a que ela recebeu, talvez eu reagisse da mesma forma e não me deslumbrasse tanto. Até porque a casa de Verity cheira a perigo da esquina. 

Foto: Divulgação

Com relação à trama em si, eu gostei bastante de como tudo se desenrolou. Pelo tempo de filme, achei que os núcleos ficaram bem equilibrados e mostraram uma história cheia de mistérios e sombras. Algo que sempre achei que combinaria com a escrita da CoHo. 

E em ‘Verity’ eu achei que casou bem (ao menos no filme). Fiquei imersa o tempo todo, especialmente quando Lowen e Verity começam a interagir (de certa forma). Sempre me perguntava o que estava acontecendo naquela casa e até que ponto o marido da escritora dizia a verdade. 

No fundo, entre os adultos, ninguém era bom das ideias. E todo mundo ali precisava de umas boas sessões de terapia. 

Mas escolheram agir da forma como agiram porque… sei lá o que se passava na cabeça deles para pensar que daria um bom resultado. 

A paleta de cores e o local isolado dão mais um toque sombrio para a trama, que brinca bastante com a mente do espectador. A cada cena eu me perguntava quando terminava o suspense e começava o terror, já que a casa parecia também abrigar muitos fantasmas. 

E o resultado foi uma trama que surpreendeu um bocado, rendeu sustos pelo meio do caminho e agora quero ler o livro para ver o quão assustador pode ser. 

Foto: Divulgação

Em resumo, ‘Verity’ funcionou como um bom filme de suspense. A trama te prende do início ao fim, mas não espere grandes surpresas ao reviravoltas. 

Você já assistiu ao filme? Gosta das obras da CoHo? Me conta nos comentários.  

Postado por:

Hanna de Paiva

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