4 de março de 2023

TBR de Março | 2023

 Olá meu povo, como estamos? Mais um mês que começou e, com ela, temos o post de TBR, que se tornou cativo por aqui uns meses atrás. E vamos aos escolhidos.
TBR de Março | 2023
Foto: Creative Commons/Pixabay

 

Começando pelos que já foram escolhidos previamente:

1. Haikai – Cassia Penteado

Haikai | Cassia Penteado
Foto: Divulgação

 

Haikai conta a história de uma aspirante poetisa que se muda para a cidade de São Francisco Xavier, na Serra da Mantiqueira, na busca por uma vida mais próxima da natureza, onde possa se inspirar para compor seus haicais. Para manter-se vai morar e trabalhar na fazenda do senhor Murakami, um produtor de cogumelos, que vive com o filho de 8 anos, cuja mãe, Sayuri, ceramista, nascida e criada no Japão, em Kyoto, encontra-se internada em uma casa de repouso.

Dividido em 4 partes: primavera, verão, outono, inverno, o livro vai, aos poucos, descortinando a vida de Sayuri, mesmo sem sua presença na história. Do nascimento em 1976, até seus 21 anos, quando vem para o Brasil, prometida como noiva de Murakami.

Como pano de fundo, Haikai nos leva a um passeio pela história e pela cultura japonesa, passando pela gastronomia, a arte da cerâmica, a política e os costumes orientais.

O olhar da autora de Haikai é sutil, célere, detalhista, delicadamente perspicaz o que, irrefutavelmente envolve o leitor a identificar-se com os personagens, nos dois países em questão, trazendo pela arte literária tom, core e sabores, marcas, receita de prazer que aguçam os sentidos.

Haicai é uma pequena obra-prima, delicada e sutil como um origami, saborosa como os cogumelos orientais, e certeira como um golpe Bujutsu.
    Esse será lido em parceria com a autora Cassia Penteado. Eu achei a proposta bem inusitada, ainda mais por trazer um pouco da cultura japonesa, a qual não se faz presente em minhas leituras.

2. O Melhor Livro de Autoajuda do Mundo – Gabriel Paciornik

O Melhor Livro de Autoajuda do Mundo | Gabriel Paciornik
Foto: Divulgação

 

 

 

Geraldo tem um mau-humor crônico, selvagem, misantropo e hilariante. É certamente a última pessoa que você convidaria para escrever um livro de autoajuda. A menos que você seja um editor visionário como o Aloísio. Enquanto se esforça para se manter são durante a escrita, Geraldo luta contra a sabedoria de coaches quânticos, os lugares-comuns das sapienciais milenares, as ideias malucas de sucesso do seu amigo e editor, a inocência um tanto poética da sua quase namorada e seu íntimo instinto de autopreservação. Como um George Costanza sem Seinfeld, um Alex Portnoy sem religião, com muito sarcasmo e sem muito tato, Geraldo termina sua obra. E quando ficou claro que não era nada do que havia sido encomendado, não se importaria em lidar com o fracasso literário e comercial. Mas o que jamais lhe ocorreu foi que esse livro iria virar sua vida do avesso…

 

Esse também será lido em parceria com o autor. Eu não gostei do título, pois me remetia de fato a um livro de autoajuda, gênero que não curto. Mas vendo a sinopse, percebi que está bem longe disso e fiquei bem curiosa. Espero que alcance as minhas expectativas.

3. Um Planeta em Seu Giro Veloz – Madeleine L’Engle

Um Planeta em Seu Giro Veloz - Madeleine L'Engle
Foto: Divulgação

 

Um unicórnio, um menino e o vento, juntos em uma só velocidade!

Quando Charles Wallace Murry, agora com quinze anos, grita em desespero a invocação de uma antiga runa para afastar a escuridão, uma criatura radiante aparece. É Gaudior, unicórnio e viajante do tempo. Charles Wallace e Gaudior devem viajar até o passado através dos ventos do tempo e tentar encontrar um Pode-Ter-Sido, um momento do passado em que todos os eventos que se seguiram até o presente podem ser mudados, e o futuro da Terra – esse pequeno planeta em seu giro veloz – pode ser salvo.
 Esse faz parte do projeto 12 Livros para 2023. Para março, o sorteado foi o n°11 e nem acredito que finalmente lerei esse bendito. O coitado já entrou em votação por dois anos seguidos e sempre era colocado para escanteio, mas agora vai (rsrsrs).
Agora, vamos aos mais votados. Esse mês eu estava em dúvida sobre qual livro colocar na lista. Então pedi para o pessoal votar nos stories do instagram. Aliás, se ainda não me segue no @mundinhodahanna, corre e ativa o sininho das notificações também, para ficar de olho quando eu postar uma votação dessas novamente por lá.

4. O Romance Inacabado de Sofia Stern – Ronaldo Wrobel

 

 

O Romance Inacabado de Sofia Stern | Ronaldo Wrobel
Foto: Divulgação

 

 

Autor de ‘Traduzindo Hannah’, livro finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010, Ronaldo Wrobel constrói um thriller instigante neste novo romance. Na trama, o protagonista Ronaldo vive com a avó, Sofia Stern, em Copacabana. Ela é uma refugiada da guerra: nasceu na Alemanha em 1919 e veio para o Brasil às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Quando Ronaldo encontra um diário da avó perdido no apartamento, percebe que as histórias de sua juventude revelam paixões, traições e conflitos. Ele decide trazer os fatos à tona e embarca numa viagem para preencher as lacunas do relato.

 

Esse estava há um bom tempo parado na estante. Eu achei a premissa bem interessante, mas fiquei curiosa por nunca ter ouvido ninguém falando a respeito. Como é um romance que se passa na Alemanha, vai ser bom poder sair da bolha EU X Reino Unido, para variar.

5. Arsène Lupin: 813 – Maurice Leblanc

Arsène Lupin: 813 | Maurice Leblanc
Foto: Divulgação

 

 

Maurice Leblanc soube criar narrativas versáteis, com enigmas complexos, explorando os artifícios do romance policial. Em «813», que teve sua primeira versão publicada em 1910, nos deparamos com um Lupin mais inquietante e sóbrio, mas que continua desafiando a polícia e a todos que acompanham a sua astúcia e perspicácia.

Nestas Aventuras Extraordinárias, o Ladrão de Casaca tem um novo e misterioso adversário secreto —“L. M.”—, e precisará sacrificar a nova identidade para desvendar o cruel assassinato de Rudolf Kesselbach, o multimilionário rei do diamante. Além disso, Lupin terá de decifrar o enigma em torno de uma estranha etiqueta com o número 813 que têm aparecido no cenário dos crimes em Paris, crimes dos quais Lupin está sendo falsamente responsabilizado. Prepare-se para muitas reviravoltas.

 

Já estava com muitas saudades de ler as aventuras do Ladrão de Casaca. Fiquei muito feliz quando vi que foi um dos mais votados. Na verdade, eu que dei o voto de Minerva, pois ele empatou com outro clássico com quem concorria (O Homem Invisível).

6. O Pequeno Café de Copenhague – Julie Caplin

O Pequeno Café de Copenhague | Julie Caplin
Foto: Divulgação

 

 

Em Londres, a assessora de imprensa Kate Sinclair tem tudo que sempre achou que quisesse: sucesso, glamour e um namorado irresistível.

Até que esse namorado a apunhala pelas costas e consegue a promoção profissional com que ela tanto sonhava. Com o coração partido e questionando tudo, Kate decide aproveitar uma oportunidade de trabalho para se afastar do ex.

Quando topa ciceronear um grupo de jornalistas e influenciadores pela linda Copenhague para atender ao pedido de um cliente importante, Kate não imagina os desafios que terá que enfrentar para conciliar tantos egos e exigências.

Ao mesmo tempo, enquanto conhece a capital do “país mais feliz do mundo”, ela descobre as maravilhas da vida à moda dinamarquesa. Do costume de acender velas até os vikings simpáticos, altos e charmosos, passando pela experiência de comer o próprio peso em doces, a cidade ensina Kate a apreciar o significado das pequenas coisas. Agora só depende dela retomar as rédeas do próprio caminho e seguir em direção a seu final feliz.

 

 Esse é outro que estava encalhado no kindle há séculos. Finalmente saberei do que se trata esse bendito. Mas pelo que vi das votações, deve ser bastante adorado, pois venceu de lavada.
Ao contrário da empolgação dos dois primeiros meses, dessa vez eu deixei uma lista mais comedida. Mas creio que será também mais tranquila de cumprir, ainda mais por serem obras bem zona de conforto para mim.
E vocês, já escolheram o que querem ler em março? Conhecem alguns dos meus escolhidos? Me contem aí!

 

Postado por:

Hanna de Paiva

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