6 de abril de 2017

Diário de Viagem: Petrópolis (Parte I)

Olá meu povo, como estamos? Hoje passei aqui para falar do quadro Diário de Viagem e nossa parada foi na Região Serrana: Petrópolis, a Cidade Imperial. Quer saber mais sobre o que rolou por lá? Então vem ver!  
 
 
 

Bom, eu passei o dia em Petrópolis e vi bastante coisa, mas ia ficar muito para um único post. Então eu resolvi dividir em três, que serão postados às quintas. Essa é a parte I, com a apresentação da cidade e alguns pontos que meu amigo de aventuras e eu visitamos. 

Para quem não conhece, Petrópolis é conhecida também como a Cidade Imperial e possui cerca de 795.798 Km². Ela fica na parte do Rio chamada Região Serrana e é praticamente vizinha à cidade onde moro, Duque de Caxias. 

    
Para chegar lá, como eu moro praticamente ao lado, foi bem fácil. Meu amigo e eu fomos para o centro de Duque de Caxias e de lá pegamos o Caxias x Petrópolis. Fizemos uma viagem relativamente rápida e agradável, que durou cerca de 1h30min até a rodoviária. Só o que tenho que reclamar é o valor da passagem, que achei um tanto salgado, mas o destino final compensa.
 
 
 

 

 
 
 A cidade começou por causa das viagens de D. Pedro I, a caminho de Minas Gerais (o Caminho do Ouro). Por causa do clima ameno, a família acabou por montar uma casa de verão na área. E assim começou a ocupação, já que a família imperial não andava sozinha. Logo a região se tornou a solução para o calorão das terras tupiniquins. 
Por causa disso, é bem comum entre os vários museus que existem hoje em dia a gente passar por várias casas no mesmo estilo arquitetônico, as quais são tombadas como patrimônio histórico. Mas essas casas, embora tombadas, são utilizadas para residências mesmo, ou como prédios de prefeitura, escolas e afins.
Daí, por serem tombadas, todas elas tem uma plaquinha no portão, com o nome e um pouco da história da família a quem pertenceu a casa. Uma coisa que achei bem interessante era que todas elas são bem próximas das residências que pertenceram à Família Imperial. Logo era bem fácil os encontros deles (ou pelo menos deveria ser… rsrsrs). E algo que achei bem interessante foi saber que desde o início Petrópolis era para ser uma cidade turística. Desses lugares, visitamos um os mais icônicos, a Casa de Santos Dumont (nossa primeira parada), o Relógio das Flores e o Trono de Fátima. 
 
 

1. Casa de Santos Dumont

 
 
 
 
 
 
 Santos Dumont, o nosso grande inventor, responsável pelos aviões que temos hoje em dia e um dos patronos da Aeronáutica, tem uma casa que é conservada até hoje. E não tem como você passar por Petrópolis e não entrar na casinha pequena, porém super aconchegante e sensacional que ele deixou. A casa dele é famosa pela escada (tanto do lado de fora quanto a de acesso ao segundo pavimento), que tem o primeiro degrau obrigatoriamente do pé direito. 
 
 
Dentro da casa encontramos alguns dos móveis que ela usava, objetos pessoais que ele usava bastante e depois as homenagens que fizeram a ele, como o centenário do  primeiro vôo. Além disso, é possível ver algumas cartas que ele enviava e, logo na entrada, tem um painel contando uma minibiografia dele, contando o que o levou a inventar o avião e o que gerou depois. 
 

 

 
 
 

 

 

 

 
 

 

 
   
No segundo pavimento estão os móveis do quarto dele e o chuveiro mais famoso, feito com um balde e um esquema de aquecimento sensacional. 
 
 
 
 

 

 
 
   
Também no segundo pavimento temos uma rampa que também dá saída da casa e passagem para um observatório particular de Santos Dumont.
 
 
 
 
 

 

 
 

 

 
 

   2. Relógio das Flores

 
 
 
O Relógio das Flores é super famoso também, inclusive um dos cartões postais de Petrópolis. Ele fica ao lado da Casa de Santos Dumont e faz parte da PUC-Petrópolis. Ele também é conhecido como Relógio das estações. Pois a cada estação que passarmos pelo relógio teremos flores diferentes compondo o entorno dos ponteiros.  A passagem por aqui foi rápida, já que não visitamos a universidade.
 
 

3. Trono de Fátima

 

 

 
 
 
 
 
Esse era o sonho do meu amigo conhecer. O Trono de Fátima (que eu descobri por causa do meu amigo) foi inaugurado em 1947, idealizado pelo Frei José Pedreira de Castro. O dinheiro levantado para a obra foi arrecadado através de doações e festas, que agitaram a cidade na época. Ele fica aberto ao publico diariamente e, quem quiser fazer suas orações, pode usar uma capelinha muito aconchegante que fica na parte de baixo do Trono. 
   
“A imagem de N.S. de Fátima foi esculpida em Pietrasanta, na Itália, pelo escultor Enrico Arrighini. Em mármore branco estatuário, sem veias e sem jaça. Em um plano circular, N. S. é envolvida por sete colunas que representam os dons do Espírito Santo. A forma da rotunda é em estilo clássico, inspirado no Pânteon de Agripa, em Roma.” (FONTE)
 
 
 

 

 
 

 

 

 

 
 
 
E essa foi a parte I da minha visita à Petrópolis, uma cidade linda e tão próximo da gente, mas que levei uns 10 anos para visitar novamente. E vocês. Já tinham visitado Petrópolis? Tem algum lugar que more perto, mas que nunca foi? Conta pra mim! Bora papear! 
Até mais e aguardem os próximos dois posts! 
Postado por:

Hanna de Paiva

Gostou? Leia esses outros:

Momentos de Abril

Memórias do Mês | Abril

Olá meu povo, como estamos? O mês de abril […]

Memórias do Mês | Março

Olá meu povo, como estamos? As novidades só vão […]

Tags:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Classificação de resenhas

Péssimo
Ruim
Regular
Bom
Ótimo

anuncie aqui